Blogue que nasceu em 2009, quando eu ainda era adolescente. Hoje, já não o sou, mas continuo com muitas inquietações, desejos e paixões. Aqui, poderão acompanhar o meu dia-a-dia sem filtros, mas sempre, com muitas gargalhadas!
Em Setembro: lê as entrevistas EXCLUSIVAS aos realizadores Miguel Gonçalves Mendes, Gonçalo Almeida e ainda ao Director do MOTELX Pedro Souto! =D
Em 1922, tornou-se propriedade do barão da cerveja Sir Arthur Ernest Guinness, que o rebaptizou como o Fantôme II. O navio navegou pelos sete mares fazendo uma viagem à volta do mundo através dos canais de Panamá e Suez, incluindo uma visita a Spitsbergen. Durante a sua aproximação para escapar de uma catástrofe - um terremoto que destruiu o porto e partes da cidade de Yokohama -Arthur E. Guinness morreu em 1949. O "Fantome" foi ancorado nas estradas de Cowes, Ilha de Wight.
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Em 1951, foi vendido ao conde vitoriano Vittorio Cini, que o nomeou Giorgio Cini depois do seu filho ter morrido num acidente de avião perto de Cannes, a 31 de Agosto de 1949. Ele foi usado como um navio de treino de vela até 1965, quando foi considerado demasiado velho para o uso posterior e foi amarrado na ilha de San Giorgio Maggiore, Veneza.
Finalmente, em Janeiro de 1979, ele voltou para o seu porto de origem como o Belem, através de um rebocador marítimo francês, voando a bandeira francesa depois de 65 anos. Totalmente restaurado para sua condição original, ele começou uma nova carreira como um navio de treino de vela!
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Para saberem mais sobre esta embarcação, nada melhor do que consultar o seu site.
Relembro que todas as fotos aqui publicadas são EXCLUSIVAS e INÉDITAS!
E porque na véspera do Desfile dos grandes Veleiros, houve (um demorado!) fogo de Artifício! =D
Ai, o Amor.
Ontem comemorou-se o dia do Beijo, e logo eu que adoro beijar... sim, sou um beijoqueiro.
Acho que o pior de estar solteiro e não andar aí a curtir com os gajos que aparecem não é a falta de sexo (e já vão 3 anos e meio a fazer músculo no braço direito), acho que o pior é mesmo os afectos: os beijos, os abraços demorados, e aquela mensagem ao acordar... sinto falta disso, do carinho.
Não, beijar não substitui uma penetração ou um orgasmo mas.... o que seremos nós sem afectos? Um corpo que apenas existe para foder e ser fodido? Essa ideia é tão primitiva que me repugna - acho que a essência de nós, enquanto seres pensantes, está no acto de Amar, ser misericordioso, e leal.
Há dois anos escrevi sobre este dia mas, o que há a acrescentar? Bom, há sempre a acrescentar sobre beijos, aconchegos, e paixões... mais que não seja para pôr em itálico, negrito, e sublinhado, o maravilhoso que é estarmos no êxtase do beijar, passar assim o máximo de tempo possível e, quem sabe, deixar levantar fervura que o beijo incendeia por si só e... os corpos unem-se.
O beijo revela algo que nem sempre os olhos conseguem ver - mostra a perícia. Sim, nem todos sabemos beijar bem! Não vou estar aqui a gabar-me ou a ensinar como deve ser um bom beijo, isso fica para depois, mas que há bons beijos, lá isso há!
E ouvir a respiração do outro? E sentir a coxa levantar? E abrirmos os botões da outra pessoa? Porque um beijo é só e nunca é apenas um beijo - é o início e o fim de tudo, é um ritual para o nada igual, é a passagem para algo incrivelmente mágico e único que se chama... prazer.
Porque eu sou da Paz, da verdade, e da integridade, esta música é tudo o que penso sobre o beijo.
"Comigo é na base do beijo, comigo é na base do Amor.
Comigo não tem disse me disse, não tem chove não molha - é desse jeito que eu sou!"
Nova terça-feira, nova publicação sobre os veleiros que invadiram Lisboa!
Desta vez, falarei sobre o Pelican of London, veleiro de 1948 do Reino Unido!
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Pelican of London é excepcional! A forma do casco tem proveniência dos veleiros de elite franceses do século XIX, que fornece espaço e o conforto para uma operação em qualquer lado.
Originalmente, serviu como barco de pesca de arrasto no Árctico mas, actualmente,
já completou uma série de viagens transatlânticas, onde o objectivo é dar uma volta ao Mundo!
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Todavia, o veleiro sofreu uma reconstrução total, onde só o casco se manteve e seguiu à risca os mais exigentes padrões do "Code of Practice for the Safety of Large Commercial Sailing Vessels".
A sua plataforma exclusiva gera o dobro de potência do motor e, no entanto, é prático e facilmente adaptada-se a condições extremas. Foi concebido, principalmente, como um navio de treino de vela.
De ano para ano, ao acrescentar mais um ano à minha idade, sinto falta do que perdi. Não sinto saudades do passado - sinto pena é de não ter a mesma meninice, a mesma ingenuidade. Sinto falta dos Verões longos e sem preocupações. Sinto falta da emoção da descoberta e da ânsia pelo crescimento. Sinto falta de sonhar.
A vida é dura. Não há espaço para a originalidade, a diferença, o sermos nós próprios. A vida chega a ser cruel. Temos de ser como a puta da sociedade nos manda. Temos de ser se não... não teremos um bom emprego (aliás, nem tem de ser bom para não o conseguirmos), um bom ordenado, respeito onde vivemos.
Nesta altura fico sempre assim. Fecho-me, não quero falar, e faço questão que ninguém saiba que faço anos. Aliás, ninguém sabe o dia em que faço anos. Para quê aquela hipocrisia dos "Muitos parabéns!"?? Vão p'ró caralho. Não preciso disso. Preciso que as pessoas estejam lá, todo o ano, para os bons e maus momentos e, isso, pouca gente está disposta a fazer. Ninguém quer "perder" tempo com ninguém. É tudo uma jogatana de interesses e, eu, não sou desses. Bardamerda para quem assim pensa, que seja muito feliz no seu Mundinho perfeito de fadas e dragões.
Depois bate em mim uma profunda prolepse da minha vida. Penso em todos os maus momentos da minha vida que, até agora, já foram muitos onde, a maior parte deles, tive que os ultrapassar sozinho. E, estar sozinho não é bom. Estar sozinho faz-me lembrar se vale a pena ultrapassar as coisas porque o futuro é tão incerto e... porque as coisas boas não acontecem às pessoas boas? Eu sou uma pessoa boa.
E fico triste. Muito triste. Penso em coisas maradas. Em coisas idiotas. Mas penso que esteja equilibrado - mesmo estando sozinho. É duro, é difícil manter-me equilibrado. Sinto-me como um alcoólatra... há sempre aquela tentação, sempre. Há sempre a hipótese de "só molhar os lábios", mas não, não pode ser. "Equilíbrio, equilíbrio!" - penso eu. Há que ter força. Mas valerá a pena? Compensa ter a força de manter-me equilibrado, perante o desconhecido futuro? Será?
Por continuar a achar que o futuro vai-me trazer algo de incrivelmente maravilhoso, é que continuo sem tocar uma "gota" que seja. "Equilíbrio, equilíbrio!"... Não imaginam a força que é preciso ter para continuar a andar sobre a lâmina da vida, que apenas nos golpeia e a sangue frio.
Aprendi a ter Amor ao futuro. Aprendi a ter esperança pelo que virá. Aprendi que Ele escreve "direito por linhas tortas". Aprendi em acreditar em tudo. Aprendi até - vejam só - em acreditar em mim. Em mim? Mas quem é que acredita em mim? Ainda por cima eu? Acreditar em mim, depois de saber tudo o que sei a meu respeito? Sim, acreditar: aprender a perdoar-me e a merecer ser feliz.
Mas ser feliz? Ainda por cima eu? Mas o que faço para ser feliz? Há tanta gente no Mundo, porque motivo é que eu seria feliz? O que é ser feliz neste Mundo? Porquê ser feliz?
Serei algum dia feliz? Não sei. Mas às vezes o caminho leva-nos a lugares estranhos, onde a saída não é evidente aos olhos dos outros, mas é o caminho mais difícil para quem o percorre.
Tenho dentro de mim um eu que urge em emergir. Não sei já o tamanho que ele ocupa na minha imensidão, ou o que ele anseia a meu respeito. Tenho medo que um dia seja já o último.
Que voz, que letra, que interpretação - Dalida, Je Suis Malade.
Beijinhos e portem-se mal!! ;)
P.S. - Dia 13 de Abril, estreia em Portugal, o filme "Dalida", sobre a vida e obra desta... corajosa.
Bom, a Modus Vivendi brinda-nos nesta Primavera com uma série de novas colecções fantásticas mas, apenas farei referencia a duas. A primeira linha que falarei foi fotografada em Atenas (Grécia), por um dos mais criativos fotógrafos daquele país (Vangelis Kyris) e ainda com o jeitoso modelo grego Christos Katsavochristos (sim, é verdade, até custa a pronunciar!)!! =P
A linha Meander é composta por jockstraps, cuecas, boxers, robes e calças. A inspiração é evidente: o padrão meander, que é um ícone da arte grega, onde está representado em edifícios, esculturas e frisos. Esta linha existe em duas cores sendo elas branco e azul (o tom do azul é lindooo)!! =D
E foi numa tarde de Agosto, que conheci o tal. Não! Não conheci o homem da minha vida - conheci o homem que me faria encavacar num belo dia de Agosto, numa terriola que não-importa-o-nome, mas onde deixei ficar parte de mim - apaixonei-me, loucamente, por um homem sem nome.
Depois de almoço, eu e a minha mãe resolvemos voltar ao Hotel-Rural onde estávamos instalados: queríamos fugir do calor, refrescar-nos, e mudar de roupa. Na escadaria de granito de acesso à porta de madeira pintada de castanho - que dá acesso ao hotel - encontrava-se um belo príncipe.
Passamos por ele e eu sentia que me aproximava de um ponto sem retorno, de uma viagem sem destino, de um olhar profundo demais para descrever em sentimentos humanos - aquilo que ocorria ali tinha apenas um nome: Paixão. Uma escaldante e louca paixão carnal porém, efêmera (haverá melhor paixão do que a passageira, que nos faz suar e desejar que o mundo pare?!).
Mas chega de descrição queirosiana! Ao entrarmos no Hotel, o moço meteu (ohh, isso queria eu!!) conversa connosco (oh, bolas! Eu já a pensar coisas ordineironas!) a dizer que queria lá passar a noite e que ninguém lhe atendia as chamadas ou abria a porta. Nós, como gente de bem, convidamo-lo a entrar e, na sala fresca do Hotel (devido ao granito de que eram feitas as paredes e todo o edifício), íamos conversando sobre as Festas Anuais da Terriola e, onde ele dizia que era de uma Terriola próxima dali, e que vinha a convite de uns amigos da Terra e que diziam que a festa ia ser "brutaaal"!
Ele, um bruto. Um brutamontes que me fez dar rosto a todos os meus secretos desejos fetichistas a serem concretizadas numa qualquer praia de Ibiza ou de Saint Tropez! Uma cara gira, um corpo de trolha, e um saco de ginásio, foi o que sobrou de uma louca paixão, pois o seu discurso de Troll não era o que mais me cativaria, porém sou sensível às várias tentativas de parecer cosmopolita.
Chegou o dono lá-do-sítio, e foi-lhe atribuído um quanto, à frente do meu: o destino estava no nosso lado, pensei eu. Ele foi para o quarto e, em frente, entramos nós também.
Mais perto da hora de jantar, e antes de irmos para a festa da aldeia, apercebi-me que ele estava a tomar banho (o barulho da canalização não enganava - éramos os únicos hospedes!) e eu só pensava: e se precisa de alguém que lhe lavasse as costas? E se ele está a chamar por mim e não oiço?
Saímos do Hotel, com ele no quarto. Quando voltamos, já depois de jantar, nenhum barulho vinha do quarto do rapaz. Resolvi então, ficar a ler na entrada do Hotel, à espera do trolha... mas ele nunca mais vinha. Assim, fui para o quarto dormir.
No dia seguinte, quando estávamos a tomar banho à vez no quarto, apercebi-me que ele já estava de abalada e que, o dono do Hotel ia leva-lo "ao sítio das camionetas", para ele ir para casa.
Tomamos o pequeno-almoço sozinhos mas...
... a história teria ficado por aqui?
E porque o Amor surge quando menos esperamos. E, neste caso, eu era a Bela (mesmo!)! =)
Beijinhos e portem-se mal!! ;)
P.S. - Sim, ficou por aqui... mas sem antes sentir-lhe o cheiro... e mais não digo! =P
E é com o veleiro Alemão Alexander von HumboldtII, que continuamos a navegar pelo Tejo!
Depois do veleiro português e do polaco, era imprescindível a presença do veleiro "de verdes velas".
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Este barco surgiu em 2011 e vem substituir um outro barco com o mesmo nome - apesar de se assemelhar aos veleiros do século XIX, tem todas as condições da actualidade! Sim, é bem potente: caso o vento esteja favorável navega até 14 nós e, caso o vento não esteja de feição, tem um motor de 750 cavalos de potência! E adoro a cor das velas... =D
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Este veleiro é detido pela Deutsche Stiftung Sail Training (Fundação de Treino de Vela Alemã).
A DSST é uma organização sem fins lucrativos onde os seus objectivos são, por exemplo, proporcionar vela tradicional de alto mar para os homens e mulheres de todas as idades!
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Caso queiram saber mais sobre esta embarcação, podem sempre visitar o seu site!
Relembro que todas as fotos aqui publicadas são EXCLUSIVAS e INÉDITAS!