Blogue que nasceu em 2009, quando eu ainda era adolescente. Hoje, já não o sou, mas continuo com muitas inquietações, desejos e paixões. Aqui, poderão acompanhar o meu dia-a-dia sem filtros, mas sempre, com muitas gargalhadas!
Em Setembro: lê as entrevistas EXCLUSIVAS aos realizadores Miguel Gonçalves Mendes, Gonçalo Almeida e ainda ao Director do MOTELX Pedro Souto! =D
O Adolescente Gay e The Lingerie Restaurant, oficializam hoje esta parceria. Nenhum outro blogger, e nenhum outro individual, é parceiro oficial deste conceito que, anima há mais de uma década, a noite de muitos casais (e não só!) - com maravilhosa comida e... uma enooooorme diversão! =P
E é assim que são servidos os clientes - com empregados em lingerie!
Em 2004 iniciou-se em Portugal, no Porto, o conceito que envolve a cozinha de excelência, com sensualidade e erotismo. Através da decoração acolhedora, a apresentação dos empregados em lingerie, e a sucessão de performances, são os ingredientes acrescentados à ementa de qualidade.
Esta atmosfera vibrante, é escolhida por casais e grupos de diferentes nacionalidades, onde decorrem despedidas de solteiro, festas de divórcio, grandes encontros de amigos, e momentos especiais a dois.
Em Fevereiro deste ano, abriu em Lisboa, outro restaurante onde já está a ser um grande sucesso!
Algo que tenho de realçar em relação a este conceito, é a ementa. Esta é composta por entradas que são os "Preliminares", pratos principais como por exemplo "Queca Italiana" (que é pasta Penne com molho de tomate, basílico, e queijo parmesão vegetariano), "Minete à Antiga" (lombinhos de porco com molho de mostarda à antiga servido com batata assada e legumes) ou, "Bacanal na Praia" (folhado de bacalhau com molho de marisco servido com legumes da época); por fim, a sobremesa tem o nome de "Ménage à trois", onde se come bolo de chocolate com coulis de frutos silvestres e torrão! Hmmm! =D
Vocês já me conhecem... desde quando é que vos deixo faltar alguma coisa? Nunca! =D
Queres ir ao The Lingerie Restaurant?
Folhado de bacalhau com molho de marisco servido com legumes da época
A partir de hoje, e até às 21h do dia 27 de Outubro de 2017, decorre dois passatempos num só!
Com dois "gostos" no facebook, uma frase original onde refiras "The Lingerie Restaurant" e "Adolescente Gay", e para terminar a escolha do local onde queres comer, é o bastante para poderes vir a ganhar um jantar para duas pessoas!! Mas... o objectivo é vocês irem aos dois restaurantes e, com isso, dois passatempos: um para quem tem interesse em ir ao restaurante do Porto e, outro, para quem quer ir ao restaurante de Lisboa. Assim, esta oferta vale cerca de 100€! APROVEITEM! =D
Regras do passatempo:
> Existem 2 jantares de oferta (cada jantar dá direito ao jantar propriamente dito e ao espectáculo após a refeição), um destinado ao restaurante de Lisboa e outro para o restaurante do Porto, devendo os participantes escolher um dos dois locais conforme a sua preferência;
> Cada um dos dois vencedores deste passatempo, tem direito a fazer-se acompanhar por uma pessoa no jantar, sendo esta também com idade igual ou superior a 18 anos.
> Escreve algo criativo (uma frase / uma quadra / o que quiseres) que contenha as seguintes palavras: "Adolescente Gay" & "The Lingerie Restaurant";
> Envia o que escreveres, em conjunto com um print screen que comprove os teus dois likes, para o meu e-mail: adolescentegay92@gmail.com;
> Em virtude de existir uma escolha entre os restaurantes, no assunto do e-mail deve constar "Passatempo The Lingerie Restaurant 2017 - Lisboa" ou "Passatempo The Lingerie Restaurant 2017 - Porto" e, deves indicar o teu primeiro e último nome, na caixa de texto do e-mail;
> Podes concorrer até às 21:00:00 horas de sexta-feira, dia 27 de Outubro de 2017;
> Para uma participação poder ser considerada válida, deves seguir todas as indicações acima, em risco de não a poder considerar;
> Os vencedores serão escolhidos pelo responsável do blogue, que terá em conta a originalidade da participação;
> Os vencedores serão contactados directamente por e-mail, com informações sobre a marcação no restaurante pretendido, sendo "Silver" o menu de oferta.
The Lingerie Restaurant tem site, está presente no facebook (Lisboa e Porto), e ainda pode ser contactado por e-mail: thelingerierestaurant@gmail.com e pelo nº 915 672 450.
Já sabem onde ir, com os vossos amigos ou cara metade, para uma noite... inesquecível! =)
Caso queiram falar comigo, também estou sempre disponível.
E-mail - adolescentegay92@gmail.com
E porque a tia Maya e o Duarte Siopa já experimentaram este conceito... e recomendam! =D
Entrevistei, pessoalmente, o finlandês Taneli Mustonen, realizador de "Lake Bodom" - uma longa-metragem de Terror com temática lésbica! A entrevista aconteceu aquando da 11.ª edição do MOTELX - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, que se realizou no Cinema São Jorge.
Visto que a língua de conversação foi o inglês, resolvi não traduzir o que foi dito (quem não está à vontade com o inglês, basta ir ao canto superior direito do blog, ao "Translate", e seleccionar a língua mais conveniente). A entrevista, foi gravada por meio digital, e foi totalmente transcrita assegurando assim, a naturalidade de uma conversa que durou mais de 30 minutos onde, obviamente, foi uma enorme honra para mim puder fazer as perguntas que tinha planeado... e ter incríveis respostas, claro!
O realizador e argumentista finlandês Taneli Mustonen
Lisboa, 9 de Setembro de 2017, no Cinema São Jorge.
Adolescente Gay: For the people that don’t know you, how would you present yourself? Taneli Mustonen: Oh, that’s a huge question. I would say I hope that the movies speak for themselves.
AG: Because you made very different sorts of movies? TM: Yes and there’s a good reason for it. I was raised in a family where my father is a journalist and my mother is a graphic designer. My siblings and I were somewhat oddballs in this old mining town back in Finland and the only thing that we really connected in that town and anywhere else was the local cinema. When the old lady from the cinema was too tired, my father sort of took over and that was my first film school. I was eight or nine and I fell in love with films. I think it sort of ignited my passion for different kinds of movies because there was a different kind of movie every week and there was only one cinema. So, they were running that same film many times. That was why I called it my first film school.
AG: So, you watched them several times? TM: Yes. Also, the miners either went to see a movie or they would go and get drunk so, my father used to say that it was sort of like a beacon, just like in a church. Where people could just forget their lives for just a second and dream a little bit I guess.
AG: How was your childhood? TM: I had a happy childhood I guess. It was very much so because of the movies.
I’m really afraid of being boxed so, I don’t like when people put anybody in a box or expect someone to behave in a typical way. I was the only long haired dude back in my hometown. My friends and I were constantly picked on and bullied about it. That’s like small town problems and, in that retrospect, when I think about it movies told me, promised me, that there’s another world.
That’s the thing about movies: You can fall in love with a person on the big screen, follow that and see the world from her, or his, point of view. That’s important to your mind. I would have chosen a totally different path, I guess, if we didn’t have that cinema.
AG: What were your thoughts about the world at such an early age? TM: It taught me that there is a world outside your hometown. That there is something that you want to go and achieve. As soon as I learned that there is an occupation called directing, that was the happiest moment. I was twelve, thirteen when my friends told me that there was somebody making these films and that sort of sparked something in me and I started making these short films with my friends. Every kid does basically Horror films. Everybody does that first. Then, I moved from home when I was sixteen and that was… Finland is quite a small country and I sort felt that I wanted to be in a bigger city, see other people too and travel a lot.
I started high school in a totally different city and then things really happened fast. I got in the only real film school in Finland. The academic film school when I was just nineteen, twenty, just out of high school. I was the youngest to go in that year. It’s been really fast ever since.
AG: Did your love for Horror films begin in those years? What kind of horror movies did you do with your friends back then, considering that you were very young? TM: I think the Horror films that we did with our friends were just to have fun with, you know, ketchup and just, like, play around. It was very much to get to know all the machinery that is called filmmaking.
It sparked something in me and it really isn’t that different nowadays even though you can work with a team of almost two hundred people. At the same time, it’s not that different. It’s still working together in creating something out of nothing and just loving the universal language of cinema.
AG: When you started your academic course, was it difficult to adapt from your previous experience with filmmaking? TM: The correct answer would be yes and no. It was a difficult period for me because I felt that in school they sort of take a pupil and you feel like they train you to become something that is in full contradiction with what you feel that you are. You feel ashamed with the films that you love and you feel like you’re lacking something. It can be really difficult. I had really difficult times when I think about it. I love my education. I learned my craft from my film school and I love my teachers.
At the same time, when I got in at such a young age, it was a difficult part for me because I felt that there’s a contradiction between the things that they would like me to pursue and the things that I would love to do. It took me, right after school, almost 10 years, to go back to the things that I love to do. Then, I went back to comedies and horror.
AG: What did you do in those 10 years? What kind of movies did you make at that particular time? TM: I didn’t do any movies in that time. I was one of the students that … every now and then there’s like a promising student and then I won a couple of prizes when I was in film school and then I had these 10 years of wonder. I did a lot of commercials and music videos and worked a heck of many years on TV. I was writing and directing for TV and those years were really necessary for me to once again learn what I wanted to do. It took me quite a big loop to back get up onto features.
I’m doing a feature per year now. Last year, I did two features, so I’ve been working really hard.
AG: Along those 10 years, did you see yourself making long feature films in the future? TM: Sure, certainly. I started, pretty much every year, writing a project that I would just scrap it for every other reason. The biggest learning curve for me was learning how to write. I’m not sure if I know that much about writing still, but it’s something that started from film school. I’ve been writing all of my life like little stories and poems that my mother uses to all of our friends now. I just wanted to learn the craft, to know what it takes to write a screenplay.
I wrote five scripts that never got anywhere before I got the first feature. That’s funny enough because my writing companion and my business partner who cofounded the company that produced this film, for instance, Aleksi was studying to be a producer. We met in film school and sort of clicked from there, but we didn’t write together until our first feature back in 2010. I finished film school in 2000 so, that’s a long time, but it has been very fruitful and I think that we’re adding something to each other when we work.
I’m usually the guy that is spitting out ideas and talking out of my ass, most of the time, and he’s just like picking up the ideas and saying: “That could work”; “This could work” and “We could do it like this”. It works for us.
AG: Now, I would like to ask you some questions about your present feature. Why “Lake Bodom”? TM: “Lake Bodom” in short is basically something sort of in the age of innocence in Finland. It’s this kind of horrible crimes that occur every once in a while that change everything.
It’s also, for every generation that follows, something that you learn when you talk to your parents and ask “Can I go camping with my friends?” and they say “Yes you can, but do you know what happened at Camp Bodom?” and you sort of learn these kinds of urban legends. That is the reason why there were so many projects. Pretty much every kid that wanted to do a horror film, back in Finland, I would assume that they probably had the idea: “Let’s do Lake Bodom the movie.”
It fits nicely into the slasher genre. That’s the main reason why we started this project, but then it took us almost 10 years to come up with the other ideas.
We always thought that there must be two ideas. The other idea was that we wanted to bring it to present time, the present day and deal with present day problems. Instead of talking something about what happened in the 1960s, we wanted to talk about kids that reconstruct and what it is to be a kid nowadays in social media and everything.
AG: Was the 1960s reenactment a possibility back then or did you set up from the start that you wanted to bring it to the present days? TM: Actually, I think everything clicked when I got my motorcycle driving license. I went to Lake Bodom and saw all those kids walking there and making markings on the ground. I came back to the production office and told Aleksi what I saw and then he said: “That could work.” That sort of ignited the idea that we were going to actually make it happen because the Bodom case is so all over the place now. It’s like a JFK case and we didn’t want to do a film that accuses anybody because it’s still very much so an open case. We just wanted to talk about the question: “What would make a young person to kill someone?” That was the thematic question for us and we sort of started to follow that path back to and that gave the story of the social media and the shaming and all these things that are very much today.
AG: How long did the shooting take? TM: The shooting was quite short. It was only twenty-something days. We shot something in studio, but it was twenty-five, twenty-seven days in total, so it was really short.
We ran out of money so many times. I was so lucky to have these amazing Italian kids. Most of them had done nothing before. They were newbies. We were just wandering around the forest in total darkness for those twenty-seven days.
AG: What was the main difficulty while shooting the movie? TM: Everything about filmmaking can be difficult, but I would say shooting the elements, the unknown and the things that you can’t anticipate
beforehand, especially, when you’re shooting in a forest, in that time of the year, in Finland. It can be really rainy and windy and you just have to deal with
all of the four elements and people get tired.
Especially, when the actors are new to these things and have an age between seventeen and twenty-five, they don’t have any protection and take everything in and that can cause problems. Lucky for me they kept on fighting.
Another difficult part was finishing the film on time, in post-production. We finished the film four days before the first screening so, we just calculated how much time the CGI needs. I was mixing while I was still editing and the composer was making the music at the same time.
AG: Was the underwater scene difficult to shoot? TM: Yes, it was super difficult to make. That’s a little movie secret: we had to have an extra trained diver that was accustomed to cold water because the water was freezing at that time of year. Luckily she had the same hair and we just had to dye it and she portrayed it either when she went in the real lake. Everything that happens underneath we shot in this underwater tank and luckily for me Nelly Hirst-Gee did her own stunts. That was tremendously hard to work.
AG: What scene are you most proud of? TM: That’s difficult to say. Of course, I’m proud of the all movie, but there are situations where the team came up with ideas to overcome certain obstacles. We did that on a daily basis or nightly basis, I would say. We had many cameras running and we didn’t have enough lights. We were constantly being poured with problems, but at the same time I was so excited. I saw that we were really onto something. I saw how the acting was growing so, I was extremely lucky. It was tremendously hard to shoot, but at the same time extremely satisfying.
It wouldn’t be fair to call out something. If you asked me another time, I would say something else.
AG: Considering the sound and lighting aspects were the final results what you expected? TM: I think it was so much better. I was super scared all the way through, how would we manage all the problems that we were having with lighting and that was only due to the fact that we didn’t have the money. Also, the elements were against us. There was this situation we called the moon sourcing where we had actually a substitute for the moonlight.
I’m very lucky to have been working with the same crew ever since I started features. Most of my crew is from my film school days, so they knew what they were getting into when they’re working with me. We just try to keep the bar high, the quality as high as possible, at the same time, and try to come up with solutions.
AG: Yesterday, I saw the movie. Why did you place the character of the old man in Lake Bodom when the murderer could be connected with the only survivor? TM: Oh, that’s another thing you learn in Finland. As you study the case, you hear about the case. As it happens, the police had two investigating lines all the way from the early murders of the 60s. One line was that maybe it’s an outsider that attacked them like the surviving boy said. If so, his testimony was that he must have been a huge guy because it takes a lot of power to actually conquer four teenagers in a tent. He had to be overwhelmingly powerful. So, they tried to find the giant and never did.
The other line the police had: was that maybe there was no outsider. Maybe, it was just the guy that survived. So, we started working on those theses in order that the movie would communicate those questions because they are quite important. In the movie we kept it so that it could be either both and at the same time I feel that there’s a part in the film, when the movie ends and the killer saves one of the kids, that’s sort of like the same as in the original murders. Either saved for her own doings she knows what she has done. That’s the judgment, I would call.
Caso queiram falar comigo, também estou sempre disponível.
E-mail - adolescentegay92@gmail.com
Trailer de "Lake Bodom" (título original: Bodom), de Taneli Mustonen, 2016.
E é com a Pull and Bear, que continuo a partilhar com vocês as compras nos Saldos! Depois da Leftis, é o momento de vos contar o que comprei e que ficava a matar com os mocassins!... =P
Cor: Marinho
Apesar de não estarem abrangidos com qualquer desconto, os calções da Pull and Bear eram... irresistíveis! Entre as várias cores, as mais interessantes eram estas que acabei por comprar (vinham já com o cinto). Não sou fã de calções mas, reconheço, que no Verão sabe bem ter uma roupinha mais fresca e elegante (o calor não é desculpa para andarmos todos desarranjados!)! No ano passado já tinha acabado por comprar uns calções nesta loja contudo, devolvi-os. Este ano, foi para valer! =)
Cor: Celeste
A cor destes calções, é igual às calças que comprei no ano passado nesta mesma loja. Algo que percebi, é que as lojas acabam por não mudar assim tanto de produtos como seria de esperar numa análise mais descuidada... Mas, descuidado já ando eu, com o meu "físico": o tamanho de ambos os calções foi o 42... 42? Já no ano passado tinha percebido que esta loja tem uns números diferentes da Zara mas... 42 custa sempre um bocado a "ou'bir". Os dois calções custaram 35,90€ (17,95€/cada).
E a Eurovisão 2017 continua a acompanhar as tendências deste blog! Quem não se lembra dos 5 rapazes que vinham da Suécia?! O cantor faz-me tanto lembrar um tipo que conheci... OMFG! =D
Em Dezembro, ir-se-á realizar em Lisboa, o 1º Sunset Solidário da Blogosfera! Depois do sucesso do 8º Jantar da Blogosfera, realizado no passado mês de Junho, e com os inúmeros pedidos de participação num novo evento, realiza-se em Dezembro, um encontro para apoiar quem nos apoia.
A autoria deste banner é da leitora Magg. Obrigadooo! =)
O Sunset Solidário da Blogosfera tem como objectivo juntar todos aqueles que, através de um convívio saudável e consciente, queiram apoiar financeiramente um projecto ou uma organização, presente na sociedade civil e que mereça, pela sua actividade desenvolvida em prol da comunidade, o reconhecimento, manifesto, dos participantes.
Anualmente, escolher-se-á um projecto ou uma organização que, sendo contactada será indagada sobre o seu interesse (ou não) em receber os apoios pecuniários, resultantes do evento. Nestes Sunset's, a entidade coordenadora do projecto ou a organização far-se-á representar, pelo menos, por um membro da sua direcção (ou alguém nomeada por esta), com o intuito de apresentar, a todos os participantes, o seu trabalho, incumbindo-lhe, também, no fim do encontro, a responsabilidade de contabilizar todo o dinheiro recolhido, publicamente, e de ser o seu fiel depositário, após o termino do encontro.
Todos os participantes e/ou simpatizantes deste Sunset Solidário, são incentivados a enviarem-me sugestões, através de e-mail, de projectos ou organizações que, a vosso ver, possam ser beneficiárias desta iniciativa solidária. O projecto ou organização eleito/a, anualmente, será escolhida por todos.
Assim, até 31 de Outubro, qualquer pessoa poderá sugerir-me os projectos ou organizações que bem entender, bem como, as próprias organizações ou projectos, poderão evidenciar o seu interesse em beneficiar desta iniciativa. A partir dessa data, as 10 organizações ou projectos com mais indicações, serão alvo de uma votação afim de se encontrar o beneficiário deste ano. Todos nomeiam e todos elegem - unicamente através de e-mail. Em Novembro, farei aqui no blog, uma nova publicação a informar os 10 projectos ou organizações com mais indicações e, a partir daí, iniciar-se-á a eleição do beneficiário de 2017, através de e-mail. Caso se verifique alguma incompatibilidade de vontades, reservo-me no direito de substituir o beneficiário, informando-o, naturalmente, assim como todos participantes e as entidades envolvidas, com total brevidade.
Será apenas através da vontade de todos vós que este evento poderá existir e, desse modo, é essencial que todos partilhem esta informação pelos meios sociais e privados que vos sejam convenientes, incentivando à participação de todos aqueles que se possam identificar com os eventos que organizo: será, como é hábito, um encontro com uma boa vibe, onde todos serão bem-vindos (desde que venham por bem)!
Este encontro, realizar-se-á em Lisboa, no local da própria organização ou projecto, sendo que, caso o beneficiário não tenha disponibilidade de espaço, para o evento, arranjar-se-á um local para a realização do evento. Visto que existem estes constrangimentos, ainda não há uma data para a realização do Sunset, garantindo-se, no entanto, que terá lugar no mês de Dezembro (deste ano!).
Mas o encontro, à semelhança de todos os outros, será recheado de boas conversas, gargalhadas e boa disposição! É importante que todos se inscrevam, incluindo todos aqueles que se consideram tão bem-disposto quanto a malta da blogosfera! E sim, no Sunset não faltarão bons comes e bebes! Em Novembro, irei dar-vos mais pormenores, mas poderão sempre enviar-me um e-mail sobre qualquer questão que vos apareça.
Em suma: envia-me um e-mail ( adolescentegay92@gmail.com ) com a tua intenção de ir ao Sunset e a indicar o teu blogue ou quais os blogues que comentas regularmente + organizações ou projectos que possam ser o beneficiário em 2017 + se vens só tu ou se trazes companhia! =)
Sejam bem-vindos ao 1º Sunset Solidário da Blogosfera! =D
Depois de 18 longas-metragens, 2 entrevistas a realizadores de filmes de terror com temática LGBT, e ainda ter comido uma data de gelados, no domingo passado terminou a 11.ª edição do MOTELX! =D
Amanhã, estreia nas salas de cinema portuguesas It - Capítulo 1
Foram 6 dias de muito esforço, um planeamento altamente cronometrado, e o apoio constante por parte da assessoria de imprensa do MOTELX - tudo isto fez com que o meu trabalho fosse facilitado.
Na semana anterior, contei como foi a Sessão de Abertura e hoje, falarei sobre o Encerramento.
Antes de mais, vejam o vídeo em relação ao dia 10 de Setembro - 6º dia de MOTELX 2017!
Mas o dia não começou pelo fim. No domingo vi 4 filmes, e agora falarei sobre cada um deles.
Às 13h45, na sala Manoel de Oliveira, vi o filme My Friend Dahmer (EUA, 2017).
Jeffrey Dahmer assassinou 17 homens e rapazes nos EUA, entre 1978 e 1991. Esta é a história do que aconteceu antes desses eventos. “My Friend Dahmer” é a história real, perturbadora, triste e, por vezes, engraçada de Jeffrey Dahmer durante o liceu, baseada na aclamada banda desenhada homónima de Derf Backderf.
Sinopse: Jeff Dahmer é um adolescente tímido, sendo que, na escola, é praticamente invisível. Começa a simular ataques epilépticos e, as suas brincadeiras, acabam por conquistar um grupo de estudantes que formam o clube de fãs do Dahmer. Mas Jeff, começa a ficar cada vez mais descontrolado. Começa a beber, a perseguir um jogger e a dissecar animais, incluindo o cão do vizinho e... receia-se que um dos seus amigos seja a próxima vítima.
Esperava mais do filme... quando ia começar a ficar interessante, acabou! Penso que retrate bem a origem do já falecido Dahmer mas, quando dá boleia ao seu primeiro jovem que acabaria por matar, não se vê mais nada... É de terror? Penso que não, é um drama vá. Algo que achei de particular interesse, é o facto de como abordaram o tema gay no filme: sim, Dahmer era homossexual. O acto de querer ir ao médico para ser sujeito, a seu pedido, ao mesmo exame (de tosse) que o amigo, pois pretendia ser tocado pelo seu jogger... e a cena seguinte... foi muito bem orquestrado. Parabéns. =)
Às 16h50, na sala 3, vi o filme Animals (Suiça/Áustria/Polónia, 2017).
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Animals
O argumento de “Animals” foi escrito há uma década pelo realizador austríaco Jorg Kalt e baseado no trabalho do artista gráfico MC Escher. Kalt, suicidou-se em 2007 e o realizador suíço Greg Zlinski, antigo aluno de Kieslowsky, expandiu o argumento que continha já traços do cinema de Lynch, Polansky e Kubrick. Estreou no último festival de Berlim, a melhor maneira de descrever “Animals” é compará-lo a um daqueles episódios da “Twilight Zone” que ficam na nossa cabeça por muito tempo...
Sinopse: O atropelamento de uma ovelha numa estrada rural é o catalisador de uma série de eventos estranhos e inquietantes para o casal Nick, cozinheiro, e Anna, escritora de livros infantis. A experiência deixa-os incapazes de saberem onde estão: no mundo real, na sua própria imaginação – ou na imaginação de alguém.
Este é daqueles filmes que nunca irei perceber o final mas... não é relevante - o filme é incrível! Ver algo e estarmos constantemente a duvidar do que estamos a ver, e tentar arranjar enquadramento que só no fim percebemos (por exemplo, "o médico a quem lhe falta um dedo"), é incrível. Óptima fotografia, óptimo argumento... sai daquela gaveta que costumamos abrir, aliás, qual gaveta? Este filme é outro nível de escrita e de realização, com óptimos actores e um enredo "simples". Boa!!
Às 19h15, na sala 3, vi o filme Cold Hell (Alemanha/Áustria, 2017).
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Cold Hell
Stefan Ruzowitzky, aclamado realizador austríaco que em 2008 foi responsável por “The Counterfeiters” (vencedor do Óscar para melhor filme estrangeiro), regressa agora ao seu país de origem para filmar “Cold Hell”, um impiedoso thriller negro com uma heroína imparável.
Sinopse: Özge é uma jovem taxista de origem turca, estudante à noite e ambiciosa lutadora de Muay Thai. Fala pouco e treina muito. Certo dia, Özge assiste a um brutal assassínio. O suspeito é um serial killer louco, inspirado pelo Islão, que está convencido de que Özge testemunhou o crime. A partir daí, nasce um conflito de vida ou de morte. Christian Steiner, um polícia com dificuldades em confiar nas pessoas, principalmente em mulheres, entra em cena e será a principal fonte de ajuda de Özge, agora perseguida pelo serial killer.
Falar sobre aquele que foi o Vencedor da melhor longa-metragem de terror para o MOTELX, sendo o prémio, a nomeação directa aos Méliés d'Argent (Prémio de Melhor Longa Europeia), é sempre complicado mas... tentarei não me influenciar pelo que soube à posteriori (pouco depois, diga-se lol)!
O filme aborda um tema seríssimo: os radicais islâmicos e como os muçulmanos os vêem porque sim, nem todos os muçulmanos são assassinos ou causam distúrbios (ou ainda "males no mundo"). Já tive oportunidade de abordar este tema, num outro espaço e, visto que não quero tornar este texto muito longo, vou deixar a dissertação sobre o tema para mais tarde. O filme tem todos os ingredientes para o circuito comercial de cinema: tem um óptimo argumento, que nos deixa agarrados ao filme até ao fim e que é realista; actores com que nos podemos identificar facilmente e uma personagem... idílica.
Cold Hell, foi eleito o melhor filme, entre oito longas em competição
Após este filme, lá fui a correr subir as escadas do cinema São Jorge para entrar na sala Manoel Oliveira, para assistir ao Encerramento do Festival e, posteriormente, ver o tão aguardado filme: It! =D
Na Sessão de Encerramento, a patrocinadora principal do MOTELX - a esyJet - ofereceu os bilhetes que tinha prometido: para Londres, Madrid e Paris. Quem foi sorteado? Apenas mulheres que, heroicamente, superaram os desafios propostas: tocar em cobras, larvas e... abraçar um palhaço! =)
De seguida, anunciou-se o vencedor da melhor curta de terror portuguesa deste ano...
Thursday Night (Portugal, 2017)
Sinopse: Durante a noite, um estranho presta uma visita a Bimbo para lhe entregar uma mensagem importante.
O espectacular desta curta, que dura 8 minutos, é não haver diálogos... porquê? Só entram os cães! Imaginam a dificuldade do realizador (o jovem Gonçalo Almeida), de filmar com animais? Conseguir captar as suas emoções?... incrível! No seu discurso de agradecimento, disse que não teve qualquer financiamento - pudera, quem iria investir numa curta destas? Facto, é que ganhou 5.000€ como prémio e ainda, nomeação directa para a competição internacional Méliès d’Or, galardão atribuído anualmente pela Federação Europeia de Festivais de Cinema Fantástico (EFFFF)! Força aí! =D
Thursday Night, foi eleita a melhor curta portuguesa, entre nove em comepitção
Mas o It estava esgotado há vários dias! A sala Manoel de Oliveira estava completamente lotada!
Às 21h00, na sala Manoel de Oliveira, vi o filme IT (EUA, 2017).
Depois da icónica mini-série realizada em 1990, com Tim Curry a desempenhar o papel da criatura maléfica que toma a forma dos nossos piores pesadelos, surge agora uma adaptação ainda mais negra do livro de Stephen King. O filme promete um regresso ao terror puro, depois do sucesso de fenómenos revivalistas como “Stranger Things”, desta vez pela mão de Andy Muschietti que em 2013 realizou “Mama”.
Sinopse: Quando crianças começam a desaparecer na cidade de Derry, no Maine, um grupo de jovens rapazes enfrenta os seus maiores medos ao confrontar um palhaço maléfico chamado Pennywise, cujo passado violento e assassino remonta a vários séculos atrás.
O filme é MA-RA-VI-LHO-SO! Percebe-se perfeitamente como está a bater record's de bilheteira nos Estados Unidos e no resto do Mundo... é um típico filme de terror: originalidade no argumento, sustos, boas personagens e... dinheiro, para fazer isto tudo! Não vos quero contar o filme todo mas houve uma cena que gostei particularmente. Certo momento, o palhaço, quer meter medo à Beverly Marsh mas não consegue - para a fazer flutuar, este abre a boca de tal maneira que se vê... luzes! Achei a cena bastante original!! Tive pena que o pequeno Georgie, no final, não tivesse ficado vivo (a forma fofinha como o Bill - gago - corrige o irmão na forma como se diz "barco"). Mas este é apenas o início... estou naturalmente curioso como será o Capitulo 2 do filme!! Será na actualidade? Fazendo as contas... 27!
E este foi o bilhete que deu acesso à Sessão de Encerramento do MOTELX
A partir de hoje, e ainda com mais de 2 publicações durante este mês (às segundas), irei contar-vos as compras que foram feitas nestes últimos Saldos de Verão!
A minha mãe tinha-me dito que na Leftis havia uns ténis ou sapatos giros para mim e, por isso, lá entrei na loja. Depois dela ter percebido que já não havia nada, vimos por lá estes mocassins (chamo-lhes assim!...) - adorei. Também havia em padrão militar mas estes é que eram giros. Calcei e não me serviram mas a minha mãe dizia: "Têm de ser esses! É normal apertarem, é lona, depois vai ficando com as formas do pé... é normal". Estava a calçar o 40 e ficavam apertados? Não podia ser...
Desisti da ideia, a minha mãe foi comprar umas sandálias mas depois ela voltou a querer ir à Leftis, a insistir comigo que eram giros (e eram!!!)!... Voltei a calçar, ficaram apertados na zona dos dedos dos pés mas acabei por levar: eram giros, não tinha nada idêntico e... acabariam por alargar.
E é verdade, com o uso acabam por não torturar os meus dedos dos pés e dá-me um veraneio diferente! Inicialmente custavam 10€ mas, com os saldos, custaram... 6€!! Incrível, não é?! =P
Para acompanhar as publicações dos Saldos de Verão, resolvi seleccionar 3 fantásticas músicas da Eurovisão deste ano! E a primeiro música é... da Noruega - pela irreverência e musicalidade! =D
O 2º Semestre da faculdade já terminou, e é altura de fazer um balanço destes meses tal como, deste 2º ano de vida universitária (1ºano deste curso). E nada melhor que começar pelo início!...
Ai que bom! Um dia deste género na praia!... =D
Passar a todas as cadeiras do 1º ano, é sempre um passo positivo, quando ainda para mais consigo tirar até 16 valores em mais do que uma cadeira - devo estar a fazer algo de certo nestas coisas!...
E, este 2º Semestre, quase nada mudou. Continuei a simpatizar com a turma, mas sem amigalhaços. A distância, nestes casos, só beneficia a boa-convivência. Criar boas relações? Sim, mas q.b.
Não tenho nada a falar dos professores - as cunhas universitárias, são mais usuais do que gonorreias dos usuários das matas nos subúrbios da capital portuguesa - todos têm o rabo preso... e gostam!
A turma é mais fútil que a Ana Rita Clara mas enfim... nada de dar pérolas a porcos - não vale a pena.
Fazer trabalhos de grupo, sendo necessário fazê-los, é ir com a maré - não stressar, nem apertar com os restantes elementos do grupo. Não querem fazer já? Querem começar a fazer daqui a 2 semanas? Por mim tudo bem, mas depois posso não ter tanto tempo quanto tenho agora... Agora vejam...
Fiz trabalhos sozinho, onde pus o nome de colegas; puseram o meu nome em trabalhos em que não acresci uma vírgula - as coisas são assim, uma mão lava a outra e as duas sabe Deus o que fazem!
Algo bastante motivacional, foi um certo e determinado professor... passo a explicar! OMG!
Tínhamos aula numa sala onde o professor que lá estava acabava sempre tarde a sua aula e ele tinha de sair para nós (e o nosso professor) entrarmos - até aqui nada de especial, não fosse o tal professor mega jeitoso. Não, não pensem que ele é um homem de 1,80m, com bíceps do tamanho da minha coxa, um cabelo Pantene, e onde todas as pessoas notam pela o seu charme ímpar! Ele é um tipo comum, assim vá, da minha altura, magrito, cabelo rapado (onde se notam as entradas), com uns 30 anos mas com um sorriso... e o olhar? Um verdadeiro olhar!!! Daqueles olhares que nos tira o ar, estão a ver?!... Passava por ele, olhava-o, e ele retribuía. Houve uma vez, que ele estava sozinho num corredor e eu, ia passar também sozinho - à medida que caminhava na sua direcção, olhávamos um para o outro mas, quando cheguei perto, um aluno dele começou a falar-lhe - shit, mother fucker! lol
Mas virão novas oportunidades, e quem sabe conhecer um rapaz de jeitoso?!... Há que ter esperança!
E porque o 2ºano está quase a começar, as férias a acabar, e a vontade de ter aulas é nenhuma! =D
As férias estão a acabar e, neste Verão, não fui à praia um único dia... =/ É a 'bida!
Beijinhos e portem-se mal!! ;)
P.S. - Para quem não sabe quem foi Kandinsky, vivendo ou não na cave! =P