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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Carta ao Pai Natal 2015

Boa noite.

Como já é tradição aqui no blogue, é altura de escrever uma cartinha ao nosso Pai Natal, para que ele, nos traga o que mais desejamos.

Poderia-vos descrever, pormenorizadamente, o que gostaria de receber de cada marca internacional - podia. Poderia dizer a roupa que mais preciso - podia. Também poderia dizer quais as peças que, futilmente precisaria - podia. Até podia engraçar e fazer uns trocadilhos simples, para brincar com tudo isto mas... podia - não é o que farei este ano.

Cada vez mais penso que, o que me faz falta não é roupa quente, umas calças de corte contemporâneo ou uma camisa tão fina quanto aquilo que pretenderia parecer; uma mão cheia de saúde e outra de sucesso, ou até mesmo dinheiro para pagar tudo quando nada se tem. O que realmente faz falta na vida é - tudo isso, mas também -  Amor.

É o Amor (com A maiúsculo), que nos torna quentes, modernos e saudáveis. É o Amor, que nos torna reais, genuínos e felizes. É apenas o Amor, que nos faz acordar de manhã, com vontade de vencer e encarar o desconhecido com um sorriso. É unicamente o Amor, que nos torna fortes, corajosos... e nós próprios.

É a falta de Amor, que torna fracos... maus... e gastos. É o Amor que, dá brilho incessante à nossa vida, mesmo nas entranhas, da mais profunda e longínqua escuridão negra e gélida. Porque o Amor é sermos nós próprios, na mais naif essência e inocência nudez dos nossos sentimentos mais íntimos, e sonhadores. Porque é o amor que nos faz - sim -, que nos faz... ter esperança.

Assim, meu querido... Pai Natal - este ano apenas te peço, Amor. Basta-me a quantidade suficiente para me tornar feliz, na exacta proporção do meu desejo, necessidade, e gula. Estou certo que, conseguirás "matar dois coelhos numa só cajadada" e não te trarei muito trabalho para este ano.

Desejo a todos e a ti, Pai Natal, o mais amoroso dos Natais, conforme manda a época, junto de doces, roupa quente, e claro, presentes.


A música mais tocada nesta época, na versão do país-do-amor.
Convosco, Dalida.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)