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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Chiado no Natal 2015

Olá!


Como foi esse Natal?

No dia 20 de Dezembro, resolvi ir dar um giro com a minha mãe. Adonde fomos? Ver as iluminações de Natal, na baixa alfacinha. A nossa ideia era ir ver aquelas paneleirices, que dava nas paredes da Praça do Comércio mas, também queríamos ver o que havia por lá de natalices.

Por volta das 17h e tal, estávamos a começar dar uma uma voltinha no Largo Camões e, resolvemos ir à Igreja da Nossa Senhora do Loreto (igreja bonita, apesar de já precisar de restauro... e, visto que tem duas portas, entramos pela escadaria e saímos pela lateral), depois e, praticamente à frente, fomos à Igreja da Nossa Senhora da Encarnação, onde fomos BARRADOS à entrada por estar a haver um concerto (fez-me logo lembrar quando fui barrado no Trumps por ser HOMEM!)... enfim. Começamos então a descer rumo aos Armazéns do Chiado (nem nos atrevemos a lá entrar, estava IMENSA gente na rua) e, como deverão saber, lá existe a Basílica da Nossa Senhora dos Mártires, no qual entramos, apesar de estar já a finalizar mais um dos concertos (tal como na outra onde fomos proibidos de entrar) e, só batemos palmas e fomos embora LOL - porquê? Estava cheia de gente e, muitas delas, pessoas de bem. Acabamos por continuar a descida e fomos ter ao Rossio. Passamos pela famosa pastelaria Nicola e, quando estávamos no fim dessa rua, vimos que ao cimo havia uma feira-qualquer e resolvemos ir coscuvilhar.

Já que estávamos nos Restauradores (e cheios de tempo lol), passamos à porta do Teatro Politeama e à porta da Câmara do Comércio (que tem uma sala de conferências lindíssima, no 1ºandar). Depois, fomos à tal feira, mesmo no meio da praça dos Restauradores - desilusão -, mais uma feira de enchidos e de provincialismo. Voltamos a descer, para o Rossio e, visto que ainda eram sensivelmente 18h, fomos experimentar/reviver a Pastelaria Suiça (como antes já tínhamos feito com a Confeitaria Nacional, que se tinha revelado uma grande desilusão).

A Suiça estava com imensa gente! Entramos pela porta existente no Rossio e, atravessamos pela pastelaria dentro e fomos ter à entrada pela Praça da Figueira. Aí, após ver a monstruosidade de preços praticados no balcão Versus esplanada (chega a ser uma diferença de 0,70€ por unidade pedida), resolvemos comer, ao balcão, 2 croissants com manteiga, um galão para mim e um chocolate quente para a minha mãe. Para surpresa minha, a maior parte das pessoas que lá estava, era de portugueses! Quando acabamos, saímos rumo ao Mercado da Baixa, situado na Praça da Figueira - aí, mais do mesmo: venda de bugigangas made in china, a par da venda de enchidos. Gostaríamos de ver melhor a Praça da Figueira, mas estava muito mal frequentada e não nos apetecia nada sermos roubados lol.

Saímos de lá e fomos, da maneira mais lenta e calma possível, para o Terreiro do Paço. As transversais da Rua Augusta, dão pena: lojas fechadas, prédios abandonados, praticamente sem luz na rua.... atravessa-se para a Augusta, e é uma diferença como do dia para a noite: rua cheia de vida, cor, cantorias e aplausos... Que diferença! E chegamos à Praça da Estátua de Rei D. José!

Após estarmos cerca de 30 minutos à espera, lá começou o video projectado nas paredes (video abaixo). A praça estava cheiaaaaaaaa de genteeee e, depois, porem os filhos nos ombros, não dá com nada. Atrás de mim&minha mãe, estavam 2 gays - não sei se eram casal ou 2 amigos, mas sei que um deles, não parava de falar das reuniões de condomínio.... ya.. coisa tão interessante, saber os desaguisados entre ele e os vizinhos, e o problema das actas... meia hora a ouvir aquilo, credo!

[Quando é que vemos a ILGA, e as demais associações-de-paneleiragem em Portugal, realmente fazerem algo verdadeiramente cultural em Lisboa. Tornar Lisboa como ponto de foda-obrigatória-na-Europa, é fácil (basta vermos o que se passa por aí), difícil é tornar esta magnifica cidade, como centro de atracão económica, de investimento e de lazer para a gama média-alta a nível global!... Enfim - enquanto for mais forte a competição em vez da união, nada irá mudar. A ILGA, em vez de gastar dinheiro a trazer cantores da merda, como aconteceu este ano no Arrial Lisboa Pride 2015, e se gastasse o mesmo a tornar isto verdadeiramente atractivo... Ou a ILGA também tem interesse em que sejam "os privados" a ficar com a parte boa das estrelas internacionais?... Enfim, isto deve ser a minha veia comunista a falar, só pode!]

Depois de termos passado uma tarde a bater perna, fomos à Telepizza para jantarmos... e não é que havia a promoção: compra 1 e leva 3? Empanturrei-me de Americana (e ainda sobrou para levar para casa, claro xD)!

Já estamos muito perto da passagem d'ano... est'ano, e à semelhança d'ano passado, ficarei em casa, a ver a TVI... Como deverão lembrar-se, não sou fã desta festividade e, depois de perceber com os meus amigos já têm os seus próprios planos... nada melhor que estar de robe, e rodeado de aconchego, para o ano de 2016!... Já agora, desejo a todos um próxim'ano maravilhoso e cheio de coisas boas (e de dinheiro para os saldos! ahah)... e, a propósito: este blogue fará, em 2016, 7 anos de existência - Weeeeeeeeee!!!!!

Vídeomapping: "As Portas Encantadas", no Arco da Rua Augusta, Lisboa, Portugal, Europa, Planeta Terra, etc lol




Beijinhos e portem-se mal!! ;)


P.S. - O Paulo Portas saiu irrevogavelmente da vida política?!... Hmmm...

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Carta ao Pai Natal 2015

Boa noite.

Como já é tradição aqui no blogue, é altura de escrever uma cartinha ao nosso Pai Natal, para que ele, nos traga o que mais desejamos.

Poderia-vos descrever, pormenorizadamente, o que gostaria de receber de cada marca internacional - podia. Poderia dizer a roupa que mais preciso - podia. Também poderia dizer quais as peças que, futilmente precisaria - podia. Até podia engraçar e fazer uns trocadilhos simples, para brincar com tudo isto mas... podia - não é o que farei este ano.

Cada vez mais penso que, o que me faz falta não é roupa quente, umas calças de corte contemporâneo ou uma camisa tão fina quanto aquilo que pretenderia parecer; uma mão cheia de saúde e outra de sucesso, ou até mesmo dinheiro para pagar tudo quando nada se tem. O que realmente faz falta na vida é - tudo isso, mas também -  Amor.

É o Amor (com A maiúsculo), que nos torna quentes, modernos e saudáveis. É o Amor, que nos torna reais, genuínos e felizes. É apenas o Amor, que nos faz acordar de manhã, com vontade de vencer e encarar o desconhecido com um sorriso. É unicamente o Amor, que nos torna fortes, corajosos... e nós próprios.

É a falta de Amor, que torna fracos... maus... e gastos. É o Amor que, dá brilho incessante à nossa vida, mesmo nas entranhas, da mais profunda e longínqua escuridão negra e gélida. Porque o Amor é sermos nós próprios, na mais naif essência e inocência nudez dos nossos sentimentos mais íntimos, e sonhadores. Porque é o amor que nos faz - sim -, que nos faz... ter esperança.

Assim, meu querido... Pai Natal - este ano apenas te peço, Amor. Basta-me a quantidade suficiente para me tornar feliz, na exacta proporção do meu desejo, necessidade, e gula. Estou certo que, conseguirás "matar dois coelhos numa só cajadada" e não te trarei muito trabalho para este ano.

Desejo a todos e a ti, Pai Natal, o mais amoroso dos Natais, conforme manda a época, junto de doces, roupa quente, e claro, presentes.


A música mais tocada nesta época, na versão do país-do-amor.
Convosco, Dalida.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)