Dia 2 de Junho, acontecerá o 9º Jantar Anual da Blogosfera! Para mais informações ou inscrições no jantar, enviem-me e-mail: adolescentegay92@gmail.com

terça-feira, 17 de abril de 2018

À descoberta de Lisboa 6/8

Olá!

E é no Miradouro da Graça que seguimos neste passeio por Lisboa. Foi aqui que acabamos por almoçar o que tínhamos trazido de casa, só coisas boas! Sentados no chão, na calçada, descansámos as pernas e aproveitámos para nos refrescar. Estava um dia quente, tal como será nestes dias!
A vista para Lisboa a partir do Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen
Este miradouro, tem como nome oficial, Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen. Foi assim chamado em homenagem à poeta falecida em 2004, e que está presente no Panteão Nacional. Esta passava horas sem fim aqui, a apreciar Lisboa e o rio. Este miradouro localiza-se ao lado da Igreja da Graça (do século XVIII e estando esta rodeada de pinheiros mansos) e, foi colocado junto desta, um busto em bronze em honra da poeta, onde se poderá ler um dos seus poemas.
A vista para o Castelo de São Jorge no Miradouro da Graça
A vista, tal como estão a ver, é espectacular. Daqui, conseguimos ver toda a cidade! Este local estava repleto de estrangeiros que chegavam, não a pé, mas sim de Tuk Tuks. Os pinheiros presentes no local, romanceia o ambiente propício a ficar horas sem fim na esplanada do local... a namorar, claro está! A partir daqui, conseguimos ver não só o Castelo, mas também a Mouraria até à Baixa Pombalina; vemos os jardins e os telhados das casas, que dão cor e vida à velha cidade! =)
Lisboa, o Convento do Carmo, e o rio
Falar da Graça sem invocar a poeta Natália Correia, é criminoso! Não esquecer que o seu Botequim, ficava localizado mesmo ali, no largo da Graça. O Botequim fechou após a sua porte, em 1993 (esta esteve sepultada no Jazigo dos Escritores do Cemitério dos Prazeres, mas as suas cinzas foram transladadas para os Açores, de onde era natural, em 2016), contudo está actualmente aberto com uma gerência que pretende manter o ambiente dos anos 70 e 80, época das grandes histórias e tertúlias ali vividas. Este espaço emblemático, localiza-se na Villa Souza (edifício forrado de azulejos)!
Por onde quer que olhemos a partir do alto, apenas há um protagonista: o Tejo
E não é que no grupo Dschinghis Khan houve lugar para um casal? Pois é!! O alemão Wolfgang Heichel (da esquerda), quando foi convidado para entrar no grupo, também levou a sua mulher holandesa Henriette Strobel (cabelo liso)! Todavia, após 10 anos de casamento (1986), divorciaram-se.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 13 de abril de 2018

A Mulher Negra

Olá, boa noite.

De todos os azares que existem, raramente lembramo-nos deste: ficar na miséria. Ficar pobre, perder tudo - até perder a consciência do que se perdeu. Todos nós estamos a um passo da loucura, e da miséria; cabe à nossa postura manter o rumo. Mas como sabemos que o rumo que escolhemos não nos levará a perder tudo aquilo que construímos e ambicionamos na vida? Não sei a resposta.

No dia em que fiz um passeio pelos Miradouros e zonas da cidade que não conhecia, que vos tenho mostrado nas últimas semanas, resolvemos parar para ir beber algo fresco e aproveitar uma esplanada da moda visto que, o almoço trouxemos de casa, e sabia bem uma pausa gourmet!
Fomos então parar ao requalificado Intendente, à esplanada do Infame, pertencente ao hotel 1908.
Na esplanada do Infame, uma Coca-Cola e um sumo de Laranja Natural
A esplanada estava repleta de turistas e tugas armados em turistas (como nós). Parámos, vimos a ementa e, visto que o menu não é propriamente barato, ficamos pelas bebidas (o meu sumo de laranja natural, custou 3,50€ e, de natural, sabia-me pouco). Enquanto conversávamos sobre trivialidades, chegou-se à esplanada uma mulher. Preta de cor. Com maneiras simples. A pedir comida ou dinheiro.

Reparámos nela, visto que tinha começado pelas mulheres que vemos na foto. Aproximou-se então de nós. Estava acompanhado por um casal que, quando esta chegou-se a nós, ele quis oferecer o que tinham no menu para comer (uma tosta mista com salada) e um um sumo de laranja natural. Ela então sentou-se na mesa que vemos na imagem, na cadeira em que nas costas está a garrafa Contour. Reparámos no desconforto das restantes pessoas. Ela também. Mostrou-se reticente em sentar-se mas, após lhe garantirmos que ninguém a expulsaria dali, acabou por ceder. Enquanto esperávamos pela tosta, ela falava. Falava alto. Falava sobre tudo, mas comecemos pelo início.

Começou por relatar a forma como era mal tratada pela gerência daquele local, e que era enchutada de lá. Bom, de facto, os funcionários e, particularmente o gerente, detestou que ela estivesse sentada na esplanada. Depois, nós queríamos voltar à nossa conversa, mas eu não conseguia: ela estava mesmo na minha direcção e, acabava por ser o seu receptor. Visto que a tosta estava a demorar, garantimos-lhe que não íamos embora, sem antes ser servida. Agradeceu e começou a elogiar os meus pais (não eram os meus pais, naturalmente, mas ninguém desmentiu). E começou a relatar a sua história de vida. E eu? Bom, eu estava a ouvi-la, e a encontrar parecenças entre a vida dela, e a minha.

E havia tantas. Tantas semelhanças. A sua história, nem sempre batia certo, mas dava para ter uma ideia. Não sei se ela falava verdade ou não... na realidade, não importa. É uma história de vida que, se não fosse a dela, podia certamente ser a minha. Pelo que parece, tinha uma vida de classe média em São Tomé e Príncipe e veio para Lisboa estudar. Por peripécias familiares e de amigos, veio parar à rua. Durante os longos minutos (diria uma meia hora), iam aparecendo pessoas que ela conhecia e, gabava-se, por estar ali sentada e que ia comer ali onde estava, por oferta "deste casal tão simpático", dizia ela. Quando um deles começava a pedir, ela mandava-o embora, a dizer que ali já tinham sido muito generosos com ela. Na realidade, ela não sabia, mas estava a ser muito mais generosa do que nós. Porquê?

Em toda a história de vida desta mulher, havia algo de que ela se arrependia: de não ter estudado mais. Tinha saudades de uma só pessoa, da sua mãe. Tal como eu tenho da minha. Tenho saudades da minha mãe que está viva e todos os dias a vejo. Tenho saudades do que iremos viver juntos. E tenho saudades já, de quem me fará mais falta neste mundo. Apesar de às vezes andarmos às turras, amo-a.

A história desta mulher, fez-me encher os olhos de lágrimas, mas não cheguei a chorar. Estava de facto, a ouvi-la. Estava, a ouvir-me. As palavras dela, ecoavam na minha cabeça, como algo que deveria registar para sempre, e nunca esquecer. Na esplanada, a gerência "gozava" com ela, dando prioridade aos outros clientes (e isso foi confirmado por nós, "ordens da gerência"). Lá veio, finalmente, a tosta mista. Ficou espantada por, afinal, ser verdade o que lhe tínhamos dito. Passou mais um amigo dela e, deu um pouco da sua tosta mista, a esse amigo: "Temos de partilhar", dizia-nos enquanto dividia com as mãos a tosta ainda quente. O Amor daquela mulher, estava assim dividido por todos os seus amigos que ali passaram. Eu, acho, que tive a sorte de ficar com umas migalhas da sua generosidade. Aquela mulher, era de facto alguém extraordinário! Que sorte a minha!

E ali ficava eu, a ouvi-la todo o tempo. De uma meiguice, de uma simplicidade e de um olhar... um olhar cheio de saudade, amargura, mas acima de tudo: de amizade.

Fomos então embora, deixando-a comer. Ela quis então despedir-se de nós. A minha "mãe" recusou o convite. Então ela disse que eu não podia negar-lhe dois beijinhos. E aqui o tempo parou. Não o dela, mas o meu. O que fazer?! Dar dois beijinhos ou recusar? Não sabia o que fazer. Foi uma eternidade. Uma decisão difícil. Por um lado, o nojo de estar em contacto com uma sem abrigo e, por outro, a minha coerência enquanto alguém que aprendeu tanto com a generosidade de outra pessoa e que, em troca, apenas pedia dois beijos. Não sabia o que escolher. Não queria escolher. Mas também, não podia recusar.

Então fui. Pus um sorriso na cara, e fui ter com ela. Dei-lhe dois beijinhos e desejei-lhe uma boa refeição. Antes de sair, ela agarra-me no punho e diz "Cuida da tua mãe". Agradeci e fomos embora, com um aceno de alguém que sempre se conheceu, e na verdade sim: de nós mesmos.

Aquela mulher faz agora parte de mim. Partilhou comigo a sua vida e, eu, tenho o dever de aprender com ela. E sim, aprendi. Penso nesta mulher com frequência, acima de tudo, do seu sorriso.

Neste dia dos azares, não nos esqueçamos do maior azar que nos pode acontecer: perder tudo. Mas há sempre algo que devemos reter: por mais que percamos, nunca devemos deixar para trás o Amor.

Porque esta história repete-se tantas, e tantas vezes. Connosco, Elza Soares.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

terça-feira, 10 de abril de 2018

À descoberta de Lisboa 5/8

Oi!!!!

Hoje vamos até ao Miradouro de Santa Luzia! Depois de ter passado pelo Miradouro das Portas do Sol (perto da Sé), subindo a Rua do Limoeiro (em direcção ao Castelo), encontramos este belíssimo local, repleto de turistas! Este espaço é maravilhoso, mais que não seja, pela piscina!! =P
Miradouro de Santa Luzia
Ao centro do jardim de buganvílias, encontramos o busto do olisipógrafo Júlio de Castilho, e por trás deste, estão dois painéis de azulejos (fabricados pela importante e tradicional Fábrica de Cerâmica da Viúva Lamego): um ilustra a conquista do Castelo de São Jorge em 1147 e, o outro, a Praça do Comércio antes do terramoto de 1755.

As videiras que trepam a pérgola, oferecem sombra na plataforma superior, enquanto na plataforma inferior, fica-se ao sol junto de um espelho de água (que num dia quente, dá vontade de mergulhar!).

Existem outros pequenos azulejos com figuras geométricas, que forram os muros do miradouro! =)
Igreja de Santa Luzia
Junto ao miradouro, fica a igreja de Santa Luzia. Esta igreja, que dá nome ao local, foi construída pelos Cavaleiros de Malta, durante o reinado de D. Afonso Henriques. O edifício actual data do século XVIII, e foi remodelado após o terremoto de 1755.

O interior da igreja tem a forma de uma cruz latina e apenas uma nave, onde se destacam 10 túmulos, com inscrições em português e latim, que são considerados como Monumento Nacional.
A vista do miradouro de Santa Luzia
Este miradouro, em virtude de ficar numa posição mais elevada que o das Portas do Sol, permite-nos ter uma melhor vista sobre o bairro mais antigo de Lisboa: o de Alfama. A vista panorâmica, permite ainda ver entre os telhados, a cúpula do Panteão Nacional, a Igreja de Santo Estêvão, e a Igreja de São Miguel. Recomendo-vos apreciarem a vista, mas sentados nos bancos decorados de azulejos.

O grupo alemão Dschinghis Khan, teve dois períodos de existência. O primeiro, decorreu entre 1979 e 1985 e, só voltaram, devido ao sucesso da Internet. Voltaram a actuar a 17 de Outubro de 2005, no Olimpiyskiy Arena (Rússia), num certame de músicas disco dos anos 80. O grupo, ainda hoje actua!




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 6 de abril de 2018

iPhone 7 Jet Black

Olá!

Amanhã faço 26 anos. Muitos iriam, como precisassem de desculpas, sair à noite. Eu, como sou mais caseiro que Jorge Miranda, passarei o fim-de-semana aqui por casa. Não terei bolo de aniversário, nem chamadas. Assim é que eu gosto: as pessoas importantes na minha vida, revelam-se ao longo do ano, não nesta ou naquela data. O aniversário é uma marca, marca essa sem qualquer prestígio.
O antes e o depois
Fevereiro foi, para mim, um mês marcante. Houve mudanças aqui em casa. A mais simples, é que adquiriu-se uma nova cadeira de secretária (YUPIII), que a outra devia ter praí mais de 10 anos. A cadeira tem braços, o que afinal de contas não me dá jeito nenhum, mas pronto. No meio disto tudo, o meu rabo é que agradece, é que antes parecia que estava sentado em cima de uma placa!! xD

Praticamente 2 anos após, diariamente, dormir num sofá, ganhei uma cama! YUPIII!! Agora, será a cama que durante o dia servirá de "sofá" - obviamente que não dá jeito nenhum, mas as minhas costas agradecem! Dois anos a dormir num sofá, fodeu-me todo! A cama é jeitosa, simples, o colchão é o melhor que lá havia no IKEA, e é bastante confortável. Tem ainda dois gavetões debaixo da cama, que sempre dá alguma arrumação (almofadas...). Foi uma batalha dura, mas já durmo melhor! =)
iPhone 7 Jet Black
Agora, o imaginável aconteceu. É verdade, já tenho o meu querido iPhone! Comprei o telemóvel que queria! Foi uma poupança de vários anos, agora convertida no objecto que tanto ambicionava! É meu! Comprei-o! Não devo nada a ninguém! Não tive que dar o cu (ou qualquer outra parte do meu corpo, note-se) para o pagar. É meu, só meu, e para mim foi um objectivo atingido! Não vou estar aqui com grandes descrições, mas apenas para que fique registado: é um iPhone 7 Jet Black, com película de vidro, capa de silicone, seguro... a brincadeira na GMS do Chiado não me ficou barata mas enfim, só espero que valha a pena! Depois de o ter uns tempos em casa, para aprender a mexer nele, é já actualmente o meu único telemóvel. Claro, aproveitei e mudei de número e com um tarifário bem mais juvenil e actual. A melhor parte disto, é poder aceder à net em qualquer lugar...  adoro estas magias que inventam!! E os jogos? Também já ando viciado nos jogos de quintas e animais! Ahahahah!!

E tal como prometido há quase 2 anos, este blog já tem... Instagram!! Sigam-me! =P

Por mais escuridão que haja em nós, a esperança está sempre na direcção que traçamos.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

terça-feira, 3 de abril de 2018

Animal Line Modus Vivendi

Boa noite!

Vamos libertar o animal que há em nós! Eu libertarei uma lontra mas, vocês, poderão libertar um leão, um tigre, uma águia.... A colecção Primavera/Verão da Modus Vivendi, começa com o nosso lado mais animal à solta (meninos, não façam piadas de andarem com o vosso "Zézinho" à solta, OK?!)! xD
Saibam mais sobre a tanga do Logan e a tanga do Christos 
A Linha Animal é composta por cuecas, boxers, cuecas sem fundo, tangas, camisolas de manga à cava, calças e robe. Estas últimas duas peças, são feitos a partir de cetim brilhante, enquanto que as outras peças são de elastano de viscose de alta qualidade. Todas as peças são fun, sexy, and wild!!
A linha ainda oferece dois estilos diferentes para escolhermos: um simples design clássico e um design de impressão animal, nas cores de preto e amarelo, ambos combinados com puro branco.
Saibam mais sobre esta tanga e estas cuecas sem fundo
A mais recente linha da Modus Vivendi, é a ideal para as nossas próximas férias num resort, onde tudo será inesquecível! Iremos mergulhar num mundo de prazeres de luxo e, estas peças, serão a primeira coisa que vocês irão pôr na vossa mala de viagem! Estas fotografias, foram tiradas na Grécia, em Halkidiki. Os modelos? Eles são giros não são?! Olhem, o peludito é o Logan Moore (podem segui-lo no Instagram), e o novito, é o Christos Katsavochristos (podem segui-lo também aqui no Insta)! =P
Saibam mais sobre estas calças e este robe
Para quem faz desporto de forma amadora ou profissional, pode adquirir produtos da PROZIS
com 10% de desconto em todo o site através do código AG10!!! Vá, poupem dinheiro!

Depois de ver este vídeo, fiquei com a fome! Mas nem sei o que dali comia em primeiro lugar... =D




Beijinhos e portem-se mal!! ;)