Até 27 de Outubro, participa por e-mail, no passatempo "The Lingerie Restaurant", serão oferecidos 2 jantares duplos: um em Lisboa, e outro no Porto! Boa sorte!

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Oliveira do Hospital

Boa noite.

A minha família, foi uma das muitas gentes que perderam milhares de euros nos incêndios dos últimos dias. Pinhais, campos de cultivo, casas... tudo ardeu. Em menos de nada, levou-se tudo.
Em Oliveira do Hospital, era assim que os cidadãos ajudavam...
Hoje, já não se pede (pela Madeira ou) por Pedrogão, mas por Oliveira do Hospital onde, até a este momento, há 12 mortos confirmados (em mais de 100, dos últimos meses). Como é possível, duas corporações de bombeiros, conseguirem apagar os fogos num concelho inteiro? É impossível. A morte chegou às Beiras e, com isso, toda a formosura natural daquelas terras de gentes trabalhadoras, honestas, e que respiram os ares da Serra da Estrela. Os muitos animais mortos, que fará fechar uma queijaria em Arganil, é apenas um exemplo das muitas PME's que fecharão, tocadas pelo fogo.



E Portugal não é só as Beiras. Em Leiria, um pinhal com 800 anos, ardeu. Em Junho, Pedrogão Grande e zonas próximas, também arderam - morrendo dezenas de pessoas (números oficiais). É essencial que o Governo actue, não de forma popular, mas com a responsabilidade e seriedade que é exigido nestes momentos... aliás, se lhes faltarem valores morais, que recorram às vivências e à maturação intelectual das gentes das Beiras. O Presidente da República, para além de andar a cirandar, que pressione (mais!) o Governo na feitura de legislação em relação ao interior do país.



A terra da minha mãe, foi uma das muitas que arderam. Várias moradias de emigrantes arderam, tal como muitos pinhais, campos de cultivo, e outras zonas e caminhos daquelas gentes. Lá não há água, nem luz, nem gás... há dias. Tenho familiares que perderam milhares de euros nos incêndios destes dias. A minha avô materna, lá está, numa terra que está rodeada de cinza. O sino da terra, tocou a rebate, quando o fogo chegou à zona. As descrições que tenho desse momento, são de um inferno chegado às mãos de gentes com calos de uma vida dedicada àquela terra... agora, para quê?



Os poucos jovens da terra, e que não são bombeiros, aventuraram-se sozinhos na protecção das suas casas. Os de meia-idade, com o que podiam, apagavam os fogos. Só os mais velhos é que tinham vagar para chorar - os outros, não pensavam nisso, apenas queriam "tratar do maldito". A morte, quando nos chega aos olhos, tem uma forma muito mais poucochinha do que imaginávamos.
Eles, fizeram o que puderam, com o que puderam - mas eram poucos. Agora, choverá ajuda contudo... perderam tudo, mas há algo que não precisam: de caridadezinha! Distribuam (também) Amor! ='(




Beijos!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

3º dia MOTELx '17

Olá Olá!

Hoje falarei sobre os 4 filmes que vi dia 7 de Setembro, no 3º dia da 11.ª edição do MOTELX.
Depois de uma Sessão de Abertura, e de um 2º dia de Festival intenso... um 3º dia com 4 filmes! lol
No MOTELX estavam expostos... olhos! =P
Antes de mais, vejam o vídeo em relação ao dia 7 de Setembro - 3º dia de MOTELX 2017!


Às 14h15, na sala Manoel de Oliveira, vi o filme Better Watch Out (Austrália/EUA, 2016). 

Com claras referências ao “Home Alone”, “Better Watch Out” pega no conceito do clássico dos anos 1990 e faz dele uma inteligente comédia negra, onde o Natal se transforma em plano de fundo para uma história sangrenta de home invasion.

Sinopse: Luke é um rapaz como muitos outros, com uma família suburbana atenciosa. É a altura do Natal e os seus pais vão jantar fora, deixando o rapaz de 12 anos ao cargo da babysitter Ashley que, por acaso, também é a rapariga por quem tem uma grande paixão. Enquanto Luke a tenta impressionar, ambos apercebem-se rapidamente de que um estranho se está a meter com eles. Fechados em casa sem forma de comunicar com o mundo exterior, e forçados a jogar ao gato e ao rato, esta vai ser uma autêntica luta pela sobrevivência... ou será que é algo ainda mais sinistro? 
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Better Watch Out
A curta, Cul-De-Sac (EUA, 2016), antecedeu ao filme. Esta curta de 14 minutos, falada em inglês, conta-nos a história de um casal com um filho pequeno onde, por toda a casa, há escutas mas, quem será que os persegue? A curta serviria um óptimo mote para uma longa, revelando o que a antecedeu.

Excelente filme! Bons actores, boas piadas, e sabe sempre bem rever uma história que passa todos os natais na televisão... e eu vejo! E se o filme do "Sozinho em casa" fosse um filme de terror? Pois bem, está aqui! Gostei particularmente do protagonista que, ao longo do filme, vai mostrando cada vez mais da sua personalidade e, no final, leva um manguito (merecido!) da sua babysitter... Neste caso, o fazer mal (e o seu fingimento) não compensou! Um filme que recomendo... neste Natal! =D




Às 16h25, na sala 3, vi o filme Kaleidoscope (Reino Unido, 2016).

Com experiência em comédia televisiva, Rupert Jones assina o seu primeiro filme de terror. Para isso contou com a ajuda do irmão, o multifacetado actor Toby Jones, num filme que evoca não só Hitchcock em “Psycho”, mas também Polansky em “The Tenant”.

Sinopse: Um ano após ter saído da prisão, Carl Woods, de meia-idade, conseguiu adaptar-se ao mundo exterior. Encontrou emprego e um apartamento, e aventura-se agora na sua primeira saída nocturna com uma mulher em mais de 50 anos. Este evento coincide com o reaparecimento da sua mãe ausente, e com as tentativas dela no sentido de apaziguar as diferenças que tão violentamente os afastaram. Enquanto Carl tenta suportar as influências nefastas do seu passado, sente-se cada vez mais atraído pelos pensamentos negros do seu próprio vórtice psicológico.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Kaleidoscope
Sim, também há filmes de terror para intelectualóides! Bom, se neste não é, parece. No início é bastante parado e, conforme passa o tempo, vai-se revelando mais coisas. Não gostei do filme, nem do protagonista. Gira muito à volta do irmão do realizador (que esteve presente na sala), e da sua relação com aquilo que vê (ou pensa que vê). Gostei particularmente da personagem da mãe dele!




Às 19h00, na sala 3, vi o filme Prey (Holanda, 2016).

Dick Maas, o veterano do terror holandês, está de volta com uma variação do tema de “Jaws” no seu estilo inconfundível carregado de humor negro. Nada de mais para quem já transformou um elevador num assassino (“De Lift”) e Amesterdão no território de um serial killer (“Amsterdamned”).

Sinopse: Após a descoberta do homicídio macabro de uma família de camponeses nos arredores de Amesterdão, a polícia não faz ideia de quem poderá ser o possível perpetrador. Contudo, Lizzy, uma veterinária do jardim zoológico, crê saber quem poderá ter causado as mutilações sangrentas: um leão forte, grande e feroz. Ninguém acredita muito nesta hipótese, e é necessária uma segunda matança para que, finalmente, as autoridades aceitem o plano rigoroso de um caçador de leões britânico para apanhar o monstro. A caça está aberta…
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Prey
Rir, rir, rir! Este filme não é de terror mas sim, uma comédia! Um filme cheio de apontamentos de humor negro contemporâneo, onde até se fala do Kanye West! Ao meu lado estava um casal onde, a mulher, no início do filme estava envergonhada de rir mas, já no fim, ria que nem uma perdida! Hilariante! Um argumento bastante simples, mas resulta extraordinariamente bem em pessoas bem resolvidas e sem politiques correctas! E quando um caçador persegue um leão numa cadeira de rodas eléctrica? Ou quanto este é perseguido pelo predador e... fica sem bateria no seu veículo? E, depois, achar uma ficha para carregar a bateria? Ahahahah! Excelente filme, para umas horas de sarcasmo!




Às 21h35, na sala 3, vi o filme Rift (Islândia, 2017).

Filmes de terror LGBT não aparecem todos os dias, muito menos da Islândia. O realizador Erlingur Thoroddsen consegue sintetizar os elementos de vários géneros tendo como pano de fundo as paisagens belas e sombrias da sua ilha natal, criando uma experiência cinematográfica intensa.

Sinopse: Meses depois de terem acabado, Gunnar recebe uma chamada estranha do ex-namorado, Einar. Soa perturbado, como se estivesse prestes a fazer algo horrível a ele próprio. Gunnar mete-se no carro e vai ao encontro da casa isolada onde Einar se refugiou. Ao reencontrá-lo, depressa se apercebe de que algo de mais sério se passa. Enquanto os dois homens tentam remediar a relação, um estranho parece estar a rondar a casa, com vontade de entrar.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Rift
Não poderia deixar de ver, um dos principais candidatos a vencer a melhor longa-metragem de terror, do MOTELx. Com uma sala lotada (de gays), e com a presença do realizador Erlingur Óttar Thoroddsen que ia entrevistar no dia seguinte, iniciou-se este filme de terror gay. A fotografia do filme é maravilhosamente idílica, que nos faz desejar visitar a Islândia, mais que não seja pelas magnificas paisagens! Os actores, giros, deram corpo a um argumento sólido, onde a temática homossexual era constante nas cenas. Se gostei do filme? Claro! Consegue juntar uma densidade surpreendente às personagens, relacionando-as com o seu passado e aquilo que estão a viver no momento. Tal como falei com o Erlingur na entrevista, a cena onde aparece uma mão debaixo da cama onde as personagens fizeram amor, deixou-me cheio de medo à noite... Neste filme, junta-se a crítica às redes sociais e a vida perfeita de Instagram's, por oposição àquilo que devia ser real na vida: o Amor!




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

87ª Feira do Livro

Oi pessoal!

Sair de casa sem ver o nosso Presidente da República, é como ir a Roma e não ver o Papa! Fui, claro está, à Feira do Livro (em Junho) e vi por lá o nosso querido professor Marcelo (Caetano?!)! -,-
Sua excelência, O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa
Vi-o rodeado de jornalistas, cameramen's, e fotógrafos. Pairavam sobre ele alguns curiosos onde eu, não resisti em tirar-lhe uma foto mas, sem perder muito tempo com tal persona da verborreia frenética!
A vista para o Castelo de São Jorge, a partir do Parque Eduardo VII
E porque a Feira do Livro de Lisboa passou a ser uma Feira de Vaidades e não, um aglomerado de aculturação e progresso, foi com naturalidade que vi a passear-se por lá Luís Pedro Nunes e, mais tarde, os amigos Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes (do "Eixo do Mal", que vejo religiosamente).
A Casa Fernando Pessoa, tinha lá Isto!
Entre o cheiro a farturas e a hambúrgueres, havia por lá uns livrinhos (diz-se que estavam à venda). Desses, estavam mais passados que o óleo das farturas: preços elevados à bolsa dos lisboetas que nem todos podem ser CEO's de startup's e, sobre a Happy Hour, era para livros ANTIGOS - em suma, gestão de stock's. A Feira do Livro, deveria ser mais um local de prazerosas conversas e, do digital.
"De nada! Eu é que agradeço o cheiro a comida que acompanhou-me todo o tempo..."
Em relação ao ano passado e, como é do "habitué panasca", a Feira estava a pirilampar de gays... enfim, como o Amor (ou será o Grindr?) é lindo! Que venham mais Feiras do Livro mas, vamos tentar que sejam mais viradas para o futuro, e menos para o escoamento-de-tralha-que-ninguém-quer! =P

Só porque há quem seja Cavaco, com pele de cordeiro... e vai a todas! Feliz sexta-feira 13!!! =D




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

terça-feira, 10 de outubro de 2017

2º dia MOTELx '17

Olaré!

Hoje falarei sobre os 3 filmes que vi dia 6 de Setembro, no 2º dia da 11.ª edição do MOTELX.
Depois de uma Sessão de Abertura incrível, nada melhor que começar a tarde com um filme de terror!
No MOTELX estava exposto um... coração! =P
Antes de mais, vejam o vídeo em relação ao dia 6 de Setembro - 2º dia de MOTELX 2017!


Às 14h35, na sala 3, vi o filme The Void (Canadá, 2016).

Combinando a atitude estética do terror moderno dos anos 1970, com os efeitos especiais artesanais que dominaram os filmes de monstros dos anos 1980 e início dos 1990, os realizadores canadianos Steve Konstanski e Jeremy Gillespie, que começaram no colectivo Astron-6 (“Father’s Day”), apresentam-nos este conto aterrador pejado de tensão e claustrofobia intensas reminiscentes de “The Thing”, de John Carpenter.

Sinopse: Quando um misterioso e violento culto ameaça assaltar um hospital isolado, um agente da polícia, juntamente com o pessoal do hospital, preparam-se para fortificar o edifício e impedir a entrada dos estranhos. Mas, enquanto aguardam aquele que será provavelmente o combate das suas vidas, irão descobrir que o verdadeiro terror já se encontra dentro do hospital.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme The Void
A curta, Incarnation (México, 2017), antecedeu ao filme. Esta curta de 14 minutos, falada em espanhol, conta-nos a história de um soldado que parece ficar maluco... enfim, tem a sua graça mas não achei nada de especial, foram os minutos mais mal gastos de todo o Festival! Boring!!!! =(

Receita nada original. Quantos filmes de terror conhecemos onde ocorrem em hospitais, sanatórios, e hospícios? Quantos filmes de terror não têm uma grávida, um velhote, uma rapariga inconsequente (que acaba sempre por ficar viva), e mais uma série de personagens-tipo? Enfim, para além do "mais do mesmo" deste filme, achei que tinha uma tentativa de ser diferente (com os tais seguidores do triângulo), apesar do monstro estar propositadamente mal feito. O final, como já é costume, é para os gurus do cinema perceberem (o que não é, manifestamente, o meu caso). Em apanhado geral, foi uma sessão das 2 com terror, mas sem nada de interessante, além de uns esguichos de sangue pelo ar...




Às 16h35, na sala Manoel de Oliveira, vi o filme Dave Made a Maze (EUA, 2017).

Inspirado pelos ‘quatro G’ – “Ghostbusters”, “Os Goonies”, (Michel) Gondry e (Terry) Gilliam – esta primeira longa de Bill Waterson, totalmente feita através de efeitos especiais artesanais e velhos truques ópticos, é um dos filmes mais inventivos dos últimos anos a nível visual.

Sinopse: Dave, um artista que ainda está por alcançar algo de significativo na sua carreira, constrói, por pura frustração, um labirinto no seu quarto, e acaba preso por causa das suas armadilhas fantásticas e por bichos provindos da sua imaginação. Annie, apesar dos avisos de Dave, lidera um
grupo de exploradores numa missão de salvamento do seu namorado. Uma vez lá dentro, vêem-se enclausurados num mundo sobrenatural e em mutação constante, ameaçados por armadilhas e por um minotauro sedento de sangue.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Dave Made a Maze
A curta, Black Ring (Turquia, 2016), antecedeu ao filme. Esta curta de 15 minutos, sem qualquer diálogo, conta-nos a história de um grupo de pessoas que são fotografadas a morrer. Uma curta bastante crítica aos tempos em que vivemos, onde a tragédia humana é vista como algo... gourmet.

ÓPTIMO filme! Querem ver um filme de terror, mas sem sangue? Sem objectos cortantes e sustos de saltar da cadeira? Este é "o filme"! Genialmente bem feito, onde brinca-se com a percepção das coisas, e tudo tem uma visão diferente! É incrível! Das partes que mais gostei é quando as pessoas, obrigadas a entrar por uma canalização, transformam-se em fantoches! O realizador, sempre a puxar pelo lado dramático, de rir! E depois, o minotauro... que belo minotauro - um musculadão sem rosto que, no fim, acaba por ficar vivo! Um filme que recomendo, por ser tudo aquilo que nem imaginamos!




Às 19h05, na sala 3, vi o filme The Limehouse Golem (Reino Unido, 2016).

Produção britânica com realização do espanhol Juan Carlos Medina, também por detrás da co-produção luso-espanhola “Painless” (MOTELX 2013), que recria magistralmente a Londres vitoriana de Jack the Ripper numa revisão contemporânea do clássico mistério gótico oitocentista. Com argumento de Jane Goldman (“The Woman in Black”) e interpretação de Bill Nighy.

Sinopse: Londres, 1880. No perigoso Limehouse District, uma série de homicídios consternaram a comunidade. Tão monstruosos e cruéis foram estes crimes que a imprensa reclama serem obra do Golem – uma lendária criatura de tempos obscuros… Sem pistas concretas, a polícia entrega o caso ao inexperiente Inspector Kildare, um bode expiatório para quando surgirem as próximas vítimas.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme The Limehouse Golem
Na véspera de estrear nas salas de cinema portuguesas, o MOTELX exibiu este filme onde, claro está, eu não poderia deixar de assistir! Com um elenco de luxo, e uma história de suspense, fez deste filme um dos melhores deste Festival! Ver o majestoso Bill Nighy (que entra nos filme Underworld) como um inspector gay, tendo como assistente um polícia também gay (o actor Daniel Mays), para além de terem feito umas piadas engraçadas no filme, abre mentalidades e, isso, é bom! O filme, tem muitas coisas boas: primeiro, o facto de só descobrirmos no fim quem é o responsável pelas mortes (é quem menos esperamos); segundo, uma cenografia espectacular; terceiro, um humor negro e, às vezes, também de gargalhada fácil; quarta, e última coisa, a história desenrola-se de uma forma interessante.
O fim, isto é, o finalzinho, é que não percebi... pronto, desculpem, se calhar até é evidente mas se a puta da Elizabeth Cree já estava morta, quem matou a estúpida da Aveline Ortega, o Dan Leno?!... =/




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Soy Catalán

Boas!

No domingo passado, a península ibérica viveu uma noite eleitoral... histórica.
Catalunha, votou pela sua independência e, os comunistas, perderam a Câmara de Almada.
Uma manifestação pelo SIM, na Catalunha
Começo por Portugal. Votei, nos 3 boletins de voto, "Bloco de Eesquerda". Era para votar "Livre" mas, como estava coligado ao PS... Bloco de Esquerda, sem dúvida. Em resultados totais, o Bloco teve mais votos que o CDS. Aliás, o CDS em 2017 teve menos 17.762 votos que em 2013. Os comunistas, perderam 63.501 votos e com isso perderam 10 câmaras entre as quais... Almada! Histórico!! =)

"A rã que queria ser boi", foi a fábula que o Jerónimo de Sousa lembrou-se para responder à Cristas aquando do último debate quinzenal na Assembleia da República, quando esta disse que o 1º Ministro devia ir consolar os comunistas... De facto, a Cristas não é um boi, mas com aquele nariz faz lembrar-me aqueles suínos que, apesar de estarem numa pocilga, exibem orgulhosamente um colar de merda.

Em Espanha, a situação é muito grave. Portugal, através no Artigo 7º, nº 3, da sua Constituição, deveria actuar de forma inequívoca mas... não quer. Portugal, tem uma ligação histórica a Catalunha e, como tal, tinha a obrigação de ir ao auxilio de quem se vê privado dos Direitos Humanos e do mais basilar acto democrático: o direito ao voto.

Os catalães têm língua própria, cultura, e uma história idêntica a Portugal e, por estes motivos, têm o Direito à autodeterminação e, para quem diz "ahh e tal é inconstitucional", digam-me se o 25 de Abril foi constitucional... perguntem aos galegos por quem sentem maior carinho: Portugal ou Espanha?!

Tal como alguns defendem, Espanha, devia ser o Reino Unido cá do sítio... o governo de Rajoy actuou de forma infantil e preocupante com o acto de Catalunha. Se, um acto democrático como o voto fosse ilegal, Madrid devia deixar acontecer até porque... era ilegal e nada de mais iria acontecer, simples. Mas não, mostrou preocupação, impaciência, e está a acenar aos gigantes económicos para saírem de Catalunha, a meter medo ao povo catalão porém, a economia da Catalunha é muito mais que sede de grandes organizações, é a atracção turística, a própria cultura e... as pessoas!

É-me igual se a Catalunha proclame, unilateralmente, a sua independência contudo, todos os actos que se traduzam em atropelos aos Direitos Humanos e a actos democráticos, têm de ser punidos.

Por todos os povos que devem ter o direito democrático de votar, soy catalán!




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Desert Line Modus Vivendi

Olá Olá!

Outono? Com este tempo bom? Ainda estamos no Verão!! E, para lançarmos os últimos cartuchos, nada melhor que aproveitar esta campanha que parece que foi feita à medida do tempo português!
E antes que perguntem, os modelos (giríssimos!) chamam-se Sotiris Thomaidis, e Nikos Palamaras!
Saibam mais sobre estas cuecas em corte baixo e cuecas sem fundo
E é em Meteora, com este cenário verdadeiramente inspirador e sensacional de formações rochosas, na Grécia Central, que hoje acrescentamos a nossa Lista de lugares a visitar! Estas rochas gigantescas, são decoradas com mosteiros históricos (incluídos na Lista do Património Mundial da UNESCO), que foram construídos por monges que anteriormente eram eremitas na área, vivendo em cavernas individuais. Este lugar mágico, foi usado para alguns episódios da série "Game of Thrones"!
Saibam mais sobre estas cuecas em corte baixo e cuecas sem fundo
Depois do sucesso comprovado do conceito da linha Camouflage, é apresentada a linha Desert. Com aperfeiçoamentos emocionantes e uma aparência espectacular para todas as peças, desde cuecas até body's, a inspiração de Christos Bompitsos, no deserto grego (de paisagens arenosas a Montanhas rochosas em Meteora, na Grécia), permitiu a renovação completa do chamado estilo militar.
Saibam mais sobre esta camisola com capuz e estes boxers
A Linha Desert é composta por cuecas em três estilos (cuecas corte baixo, cuecas, e cuecas sem fundo), boxers (tecido de algodão); manga à cava, camisas, camisolas com capuz, calções, calças (tecido leve); body's e calças de pele (falsa). Comprometidos com a alta qualidade e a fabricação local, a Modus Vivendi garante a inclusão de produtos locais, em todos os seus artigos comercializados.
Cuecas pretas, tamanho S, linha Handcrafted - frente
Como prometido no mês de Agosto, onde mostrei-vos como são os pacotes que chegam ao destino que escolhemos, quando fazemos a nossa encomenda, é a vez de revelar a segunda peça que a Modus Vivendi ofereceu-me: é da linha apresentada no passado mês... de Agosto - Handcrafted! =D
Cuecas pretas, tamanho S, linha Handcrafted - verso
Para quem faz desporto de forma amadora ou profissional, pode adquirir produtos da PROZIS
com 10% de desconto em todo o site através do código AG10!!! Vá, poupem dinheiro!


Saiam da vossa caverna: a vida - tal como o Amor- está lá fora, à espera de ser vivida! =)




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Sou demissexual!

Boa noite!

Admito-vos, sou demissexual! Não sei como isto foi possível mas... é verdade! Podem pensar que é bastante raro contudo, rara, é a pessoa que o admite. Que culpa tenho eu do Destino desta vida?!
Deparei-me com um artigo, no Diário de Notícias, e identifiquei-me com a definição de demissexual: "só têm desejo quando há ligação afetiva", e é verdade, sou assim... desde que me conheço.

Este facto, tem-me orientado desde sempre. Tem-me limitado? Talvez. Se acredito, genuinamente, em relações longas e, não acredito, em "curtes"? Sim. Critico quem é diferente de mim? Claro que não.

Ter 25 anos, solteiro há (quase) 4 anos, e ao longo deste tempo continuar solteiro, não me envergonha nem me constrange - aceito-me, tal como sou. Ser fiel aos meus princípios, assumindo as minhas opções, não faz de mim um mártir, mas um homem com as suas escolhas (também sexuais).

O meu príncipe-encantado, já não sei se é alto, bombadão, e com um sorriso Colgate. Se calhar é um barrigudo, minorca... mas com sorriso Colgate (desdentado não faz bem o meu género... sorry!)! O Manhunt, enquanto o mais famoso site de relacionamentos (ultrapassado pelo Grindr, mas apenas nos telemóveis), tem o mesmo nicho de pessoas, tal como aquela aplicação de telemóvel... Aqui, "todas" as pessoas procuram sexo (algumas desprotegido), mas podemos tomar "a parte por um todo"? Não.

Todos os gays de Lisboa, não estão no engate constantemente. Muitos estão? Talvez. A maior parte? Provavelmente. Todos pretendem encontrar o príncipe-encantado? No fundo no fundo... sim - quem não gosta de Amar e ser amado?! Eu, apenas me poupo à canseira de ser algo que não sou - apaixonar-me por quem me vai aparecendo e, havendo ou não existência de alguma coisa, é a parte gira disto tudo... e mais: saber o nome da pessoa, antes de qualquer outra coisa que a possa originar.

Existem as relações abertas e as traições-consentidas... para mim, nada disso faz sentido. Contudo, também existem as intrigas dos "amigos gays", onde apenas gostam de ver a infelicidade e aí, certamente, o Amor já não entra há muito e quem se dedica à mentira, não pode sequer amar-se.

Será possível encontrar um Príncipe-encantado, num site/aplicação de relacionamentos? É tão provável como encontrar alguém na rua, no nosso local de trabalho, ou quando saímos à noite.

Todos procuramos aceitação e o Amor mas, nesse caminho no deserto, alguns decidem ser outras pessoas dentro delas mesmas, enquanto outras, preferem ser elas próprias o tempo todo.

Disse-vos que tinha de instalar o Grindr mas... o meu telemóvel não tem acesso à internet!! =(




Beijinhos e portem-se mal!! ;)