Em Setembro: MOTELX lê as entrevistas EXCLUSIVAS aos realizadores São José Correia (Portugal), John McPhail (Escócia) e Yann Gonzalez (França)! =D

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

3º Semestre

Boa noite.

Um dos maiores malefícios da nova Era, é a solidão. Faz-se aquelas caras de felicidade para as selfies, mostra-se uma vida perfeita e endinheirada, quando na realidade o Amor neles próprios é inexistente. O Amor que os outros têm por nós não é quantificável em likes, nem espero que todos tenham inteligência emocional apenas... sei lá... e se forem menos filhos da puta? É que já ajudava!!
Em Dezembro, já vos tinha dito que havia algo que tinha de vos contar - é hoje.
Visto que o 3º Semestre acabou, é altura de fazer o balanço deste início de 2º ano da faculdade.

Algo francamente positivo, foram as notas em trabalhos que tive (cheguei a ter um 18, com defesa oral) e as notas finais que tive nas várias disciplinas foram entre 12 e 15 valores. Bom... não foi muito mau!! =D Também conheci um tipo mas... ainda não era para ser...

Depois, há as más notícias. A rapariga que se sentava ao meu lado, e que nos dávamos super bem, desistiu do curso no fim de Novembro. Aquela com quem falava à vontade, com quem dizia as minhas caralhadas, foi-se embora. Era boa aluna mas, estava ali, apenas para fazer o jeito aos pais - ela é actriz e espero, sinceramente, que consiga vingar no mundo do espectáculo. Lá estarei, a aplaudir.

Depois deste profundo golpe para a minha sanidade mental, naquela faculdade, a existência de trabalhos de grupos não ajuda nada. Tive dois grupos de trabalho, para fazer uma data de trabalhos de grupo: um grupo era apenas para um trabalho e, nesse, correu bem (eu e uma colega fizemos tudo) e, no outro grupo onde havia vários trabalhos de grupo, a malta supostamente era bacana e boa onda...

No início o grupo funcionava muito bem. As reuniões de preparação corriam bem, a divisão de tarefas estava justa, e havia um bom ambiente de trabalho. Visto que começamos com muita antecedência, começamos devagar mas, de repente, comecei a ter que me dedicar muito ao tal trabalho que tive que o fazer apenas com uma outra colega e, as minhas "obrigações" atrasaram-se, mas estava tudo dentro dos prazos. Contudo, os prazos foram adietados e eu... não soube de nada.

De repente, eu e a rapariga com quem fiz o tal trabalho de grupo, estávamos a ser surpreendidos (ela também estava neste grupo, e fazíamos parelha [que até correu lol]): tínhamos 24 horas para fazer a nossa parte do trabalho. Juntamos-nos, e fizemos no único dia que tínhamos. De tudo, apenas tinha surgido uma dúvida mas, como ninguém do grupo atendia as nossas chamadas e já se fazia tarde, ela foi para casa e eu tinha que fazer. Avisei esta minha colega que ia desligar o meu telemóvel, por motivos que lhe transmiti e ela, concordou. Assim foi.

Quando liguei o telemóvel, de madrugada, tinha inúmeras chamadas não atendidas, SMS's com ultimatos, mensagens de voz... Enfim, tinha acontecido um terramoto e eu não sabia de nada. Pelo que parece, o grupo não gostou de eu ter desligado o telemóvel no dia em que deveria entregar a minha parte do trabalho. A minha colega avisou-os mas eles não quiseram saber. As SMS's eram desagradáveis, as mensagens de voz também... enfim, uma falta de educação atroz! Vi que a tal minha colega mandou-me um e-mail a dar-me indicações de algo que precisa que eu fizesse - não fui para a cama, sem antes acabar e enviar-lhe o que me tinha pedido.

No dia seguinte, eu e a minha colega tentávamos ligar para eles (restante grupo), mas não nos atendiam... A minha colega contou-me que, segundo o grupo, tudo o que tínhamos feito no dia anterior estava errado. Tudo. Ficamos ambos sem perceber o motivo, até porque contactamos outros colegas de turma e eles tinham feito da mesma maneira... Era o último dia para entregar o trabalho, e não sabíamos o que se passava. A cabecilha do grupo, atendeu-me uma das dezenas chamadas que fiz, a dizer-me coisas que fariam corar qualquer asneirento como eu, não deu tempo para dizer o que quer que fosse, e desligou-me o telefone na cara. Boa, aconteceu o que nunca pode acontecer: perder-se a noção do que é o profissionalismo, a educação, e o companheirismo. Sem jogo de cintura.
Contei à tal colega e, ficamos ambos a achar que iríamos ter os nossos nomes fora do trabalho.

Passado uns dias, era dia de apresentação do trabalho. Todo o grupo compareceu, olhávamos com uma cara terrível uns para os outros (não nos tínhamos visto desde a confusão toda). Resolvemos sair da sala e conversar. A tal minha colega e outra gaja, começaram a gritar uma com a outra. A cabecilha do grupo pediu-me se podia conversar com ela em particular - acedi, naturalmente. Fomos conversar para as escadas. Justificou-se, sem nunca pedir desculpas. Eu mostrei que a entendia, sem nunca mostrar que o que me tinha dito teria caído em saco roto. Concordamos que iríamos fazer os restantes trabalhos que já tínhamos acordado e que, a tal colega com quem trabalhei, ia ser expulsa do grupo, porque não tinha razões para falar; eu disse que era contra, mas se o grupo achava isso, deveriam ter as suas razões, mas que gostaria de frisar que era contra a sua expulsão.

Voltamos para o grupo, onde os ânimos estavam diferentes (depois soube que o professor tinha vindo à porta manda-las calar [imaginem a gritaria!!]). Ficamos bem, e até voluntariei-me para apresentar parte do trabalho, mas depois chegou-se à conclusão que não seria necessário. Entramos na sala e ficamos a aguardar pela vez em que seriamos chamados. Por sorte (ou seria o destino?), fomos o último grupo. O professor fez a chamada e não constava lá o meu nome, onde fiz questão de dizer que estava lá presente. Leu novamente os nomes que estavam no trabalho e não estava lá o meu nome. Calei-me. Toda a turma a assistir e a perceber o que estava ali a acontecer: o meu grupo, não tinha posto o meu nome no trabalho. Aí percebi o motivo da minha colega "não ter razões de queixa" - o nome dela estava no trabalho, e o meu não. Apresentaram o trabalho, e a aula acabou.

Fui ter com o grupo e perguntei se iam ter com o professor, para falarem sobre o que aconteceu e para porem o meu nome no trabalho! Depois de estrebucharam, lá foram de mansinho ter com o homem e, claro, alguns alunos na turma estavam na sala a engonhar, porque sabiam que ia haver fight. O professor recusou acrescentar o meu nome. Disse que as pessoas têm de ser adultas e responsáveis pelos seus actos e, se o grupo, enviou o trabalho sem o nome de um elemento e, no corpo do e-mail, fizeram questão de afirmar que o nome de um colega não constava, ele agora não ia fazer o contrário. Não havia nada a fazer. Chumbei à cadeira. Ainda por cima era a única de contas e eu, odeio contas.

A turma não gostou do que se passou. Tive alguns grupos que, simpaticamente, mostraram interesse em começar a fazer trabalhos comigo e, todos perceberam (excepto o meu grupo), que não é por uma andorinha que já é Primavera. Não se tira o nome das outras pessoas, em trabalhos de grupo (e nem foram capazes de dizer-me na cara). Eu fiz um trabalho inteiro, com a tal colega, e não fizemos nada disso. O que pudemos fazer? Bom, não há próxima oportunidade mas não prejudicamos ninguém... e gratuitamente! E (bem feito!!), a nota que tiveram no trabalho foi... horrível!!!!

Os restantes trabalhos que fiz com o grupo, já actuei de forma diferente. Assim que era para fazer alguma coisa, eu fazia. Se havia alguém que estava atrasado, eu ajudava. Eu estava em todo o lado. Assim que enviavam um e-mail, eu respondia em poucas horas e já com aquela tarefa feita. Não tinham nada por apontar. Fiz questão. Fiz o meu, e o dos outros, e andava em cima de tudo.

Agora acabou. Eles são meus colegas, respeito-os. Cumprimento-os e pronto, mais nada. Não voltarei a fazer trabalhos de grupo e, eles, acho que terão dificuldade em encontrar colegas novos. O que se passou foi demasiado grave e revela muito daquilo que as pessoas são: egoístas, más, solitárias.

O que aconteceu no final do ano passado, fez-me lembrar o que já tinha-me acontecido e prova, lá está, aquilo que dizia. No 1º Semestre, do meu curso anterior, tinha colegas que tratavam-me mal. No 2º Semestre, vi colegas a revelarem-se por 5 segundos de fama. Há pessoas assim. Não posso fazer nada. Há pessoas que não prestam e, lamentavelmente, vão cruzar-se nas nossas vidas. Temos de ter jogo de cintura suficiente para elas mas, na devida conta, peso, e medida. O que é de mais, enjoa.

E, eu, quero permanecer humano.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Refill Vs Gourmet

Olaré!

Ando, há imenso tempo, irritado! Muito, mas mesmo muito irritado! A culpa é desta modernice, o Refill. Juro que este "Faz tu mesmo", irrita-me! Já me acontece o mesmo nos hotéis, onde se eu quiser um sumo de laranja natural, tenho de ser eu a espremer as laranjas.. WTF?? Desculpem-me lá, mas não!
Eu, pagando por um serviço, quero que este seja de acordo com os padrões de qualidade e de preço pago. Quer-se dizer, vou eu a um Burger King, comer uma hambúrguer (sim, eu digo "uma hambúrguer" e não "um hambúrguer"!), e tenho de ser eu a servir-me a bebida? "Ahh mas pode vir encher as vezes que quiser....". A primeira vez que tal me aconteceu, resolvi virar as costas, não consumindo, e pedindo devolução do dinheiro - fiquei em tremendo choque com esta merda!!!

Mas enfim, sou humano e gosto de hambúrguer - mais tarde, lá voltei, e rendi-me ao "faça você mesmo"! Mas se eu não quiser fazer!? Mais. Dou-vos mais uma irritação (ai caralho, que já se 'tá a ver as veias do pescoço), o Mc Donald's é outro que me anda a foder a cabeça.

E se eu, não quiser fazer o meu pedido numa estúpida e insensível máquina? E se eu quiser ser servido por, deixem-me cá ver.... um humanoíde???!! EU QUERO CONTACTO HUMANO! Que se fodam as máquinas, as pessoas é que devem ter trabalho!! Conto-vos uma: fui, no Verão, a um Mc, onde estavam 2 caixas de atendimento sem ninguém e, uma máquina de pedidos automática sem ninguém. Eu, claro está, fui para as caixas de atendimento. O gerente, disse-me que deveria ir para a máquina de pedidos, ao qual recusei. Ele predispôs-se a ajudar-me mas eu, voltei a dizer que não - queria ser atendido por alguém e pagar em dinheiro (coisa que detesto, mas neste caso até fazia questão, se necessário, ir levantar o carcanhol lol). Ele chamou alguém que estava na cozinha (a fazer coisas que se fazem na cozinha), para atender-me. Depois disse-me: olhe, está a ver aí um número? Depois será chamado por esse número. Desculpem???? E pronto, lá voltou para a cozinha. Lá fiquei eu, com ar de pânico e de parvo, a olhar para um estúpido ecrã, a esperar que aparecesse o meu número de pedido. Foda-se, mas eu não quero nada disto! Depois, o erro fatal...

O gerente, que me viu trombudo e prestes a explodir, resolveu meter conversa comigo. Coitado, levou com tudo aquilo que pensava e penso: estão a despedir pessoas mal pagas, para serem substituídas por máquinas, e toda a gente acha isso normal... recordei-o, naturalmente, que o lugar dele também é substituível por uma máquina, pois ele estava apenas a gritar pelos números. Entretanto, umas duas funcionárias resolveram parar o seu trabalho para ouvir a conversa, numa de dar "apoio ao gerente" e, este com mais força, continuava e eu, também. Até que cheguei a um ponto de tal saturação que disse: ou esta conversa termina agora, ou escreverei no livro de reclamações. Depois dele voltar a tentar, voltei a dizer que o faria mesmo, ele lá parou. Já servido, fui para a minha mesa.

Estava eu a comer, até que se chega a minha mesa quem? O gerente. A pedir desculpas mas que gostaria de insistir em que o Mc Donald's é blá blá blá whiskas saquetas. Quando ele acabou o discurso, disse-lhe: Se não reparou, estou a almoçar. Está a incomodar o meu almoço. Volta a dizer uma só palavra e eu juro-lhe, que escrevo no livro de reclamações. Ele pede desculpas, e lá foi.

Claro que a culpa não era dele. Claro que a culpa é do sistema, e das pessoas que acedem a esse tipo de serviços. Mas eu não tenho o Direito de Resistência? Tenho. Explodi com quem não tinha poder efectivo mas, enfim... aquilo saiu-me, e já se tinha vindo a acumular. Mas esperem, há excepções.

O Gourmet. Lá, só faltam lavarem-nos o cu com água de malvas. Fazem-nos tudo. Para pagar, lá está, também só mesmo vendendo o cu. Existe, na nossa sociedade, um divisão clara que só irá aumentar: os ricos, pagam bons restaurantes, são bem atendidos, comem boa comida e, os pobres, péssimo atendimento, e comida de plástico. No outro dia, escrevi no Livro de Reclamações de uma Pizza Hut - até queriam-me oferecer o almoço, mas não. Queria, e fiz, a reclamação. Recuso-me ser um agente impulsionador de diferenças sociais e de desemprego!! Até a Tasca ali da esquina, tem de ter os padrões mínimos de qualidade, e de serviço. Não têm? Arranjem. Não têm dinheiro? Fechem as portas. Para ter as portas abertas, têm de servir os clientes com qualidade, independentemente do preço.

Agora pensam que sou um tipo intragável. Foda-se, mas quem não se irrita com estas cenas? Ahh, e é verdade (só para odiarem-me um bocadinho mais), também pertenço aquele grupo de pessoas que, em restaurantes de Fast Food, deixa o tabuleiro em cima da mesa. Why? Bom, para dar trabalho.
De nada, não é preciso agradecerem.

E mais, foda-se (isto é o que dá ver o "Irritações", "Eixo do Mal", "Prós e Contras", etc): Faz amanhã um ano que o (que nome carinhoso é que lhe posso dar?...) FILHO DA PUTA do Trump tomou posse.
E dois anos, na próxima 4ªfeira, que Marcelo Rebelo de Sousa foi eleito. Morreu, para irritação minha, a Madalena Iglésias, e a outra que cantava o "Zooombie Zooombie Zooombiee eeee eeee".
É assim, acho que o melhor mesmo é atirar-me da ponte. É, é mesmo o melhor.

Porque eu só quero levar com o leite bom na minha cara. O mau, fica pós caretas! =P




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Variações - Associação de Comércio e Turismo LGBTI de Portugal

Olá rapazes!

Ontem estive presente na apresentação da Variações - Associação de Comércio e Turismo LGBTI de Portugal. Fui porque não basta haver palavras - é nas acções de cada um de nós que pode existir a diferença e nisso, sabemos muito bem o que é sermos diferentes. E a Variações veio... para ficar.
Variações - Associação de Comércio e Turismo LGBTI de Portugal
Apareci mesmo a tempo do lanchinho que tinham preparado antes da apresentação - óptimo, que a viagem até ao Fórum Lisboa, na Avenida de Roma, fez fome e um tipo não pode ficar sem comer muito tempo. Um copo de sumo de laranja e uma sandes de fiambre e queijo, deu ainda mais ânimo!
António Variações
Após as conversas habituais, e do reencontro de pessoas que começamos a ver neste tipo de encontros, onde se alia um bom ambiente a um espírito colaborativo ímpar, somos indicados a passar para o auditório, onde iria ser apresentada a mais esperada associação LGBTI de 2018 - a Variações!
O Presidente da Associação de Comércio e Turismo LGBTI de Portugal
Começou então a dar-nos as Boas-Vindas o Presidente da Variações, o sempre simpático (o sotaque ajuda!) Carlos Ruivo. Falou-nos dos objectivos a curto, médio, e longo prazo, e como Portugal tornar-se-á um país com melhor gestão da rentabilidade trazida pelos turistas e pelos nacionais, no que diz respeito ao comércio e turismo interno LGBTI. Somos hospitaleiros, e economicamente rentáveis!
A Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho
Tal também foi afirmado pela intervenção da Secretária de Estado do Turismo, onde num tom manifestamente entusiástico, revelou todo o interesse que o Governo tem nesta iniciativa, e como pode apoiar as iniciativas propostas pela Variações. Naturalmente que as iniciativas no âmbito desta associação, irão trazer melhoria e controlo no que diz respeito a este turismo tipicamente de qualidade.
Diogo Silva, Director Executivo da Variações
Logo a seguir, a intervenção do Director Executivo da Variações, Diogo Silva (quando um portuense sobe ao palco, a energia da sala melhora substancialmente!). Aqui, a intervenção foi mais expositiva, onde foram revelados números, formas de actuação, e o plano de intervenção dos próximos meses em Lisboa, Porto, e em todas as outras cidades do país - pois a associação tem uma cobertura nacional.
Os países cumpridores dos Direitos Humanos, são captadores económicos
Agora - e bem -, perguntam-me: O que é a Variações?

São um grupo de empresas, composto por mais de duas dezenas de empresários, que representam os principais actores nacionais do sector económico com produtos e serviços direccionados à população lésbica, gay, bissexual, transexual e intersexual (LGBTI).
No âmbito da promoção e do desenvolvimento destas actividades, constituíram uma Associação Empresarial, sob a forma de Associação de Comércio e Turismo, que pretende ser a voz credível e audível, a nível nacional e internacional, do mercado LGBTI em Portugal.

Têm como missão:

Impulsionar o crescimento sustentado dos operadores económicos que se dediquem ao mercado LGBTI, através da promoção de negócios e investimentos; da cooperação recíproca; da negociação e celebração de instrumentos de regulação colectiva de trabalho, da qualificação profissional; do aconselhamento técnico, jurídico e financeiro; da colaboração com organismos oficiais, governamentais, económicos, sociais e culturais na definição de políticas nacionais para o sector; e da articulação com instituições internacionais congéneres.
Acima de tudo promovem, interna e externamente, Portugal como um polo comercial e destino turístico LGBTI de referência.

Mas o que os motiva?

"Representamos a variação de mercado com o maior crescimento a nível global registado nos últimos anos e o público com maior potencial de crescimento no território Nacional na próxima década.
O público LGBTI é avaliado entre 8 a 10% da população numa faixa de rendimentos média/alta e na sua grande maioria "city-breakers". O que em termos nacionais representará perto de 1 milhão de potenciais consumidores.
A nível de turismo e atendendo a estatísticas internacionais (*), representamos um sector que dá oferta, tendencialmente marcada pela qualidade e rentabilidade acima da média, a 2 milhões de turistas que visitam Portugal anualmente, gerando 2 mil milhões de receitas do sector. É um público que se encontra ainda concentrado em zonas urbanas, sendo um dos nossos objectivos fazer com que cresça para o resto do país."

Agora, visitem o site da Variações, e ponham Like na sua página de facebook!

É vital que todos os projectos LGBTI, estejam ligados em rede, apoiando-se mutuamente. Ninguém é uma ilha, todos ganham com o sucesso uns dos outros. Até o mais rural artesão, ou o transeunte mais distraído de uma área urbana, são parte de uma engrenagem que envolve muitos milhões de euros, e onde todos são beneficiados: uma melhoria nos bens e serviços prestados nacionalmente, favorecendo assim melhores experiências aos LGBTI's nacionais, reflecte uma melhoria dos turistas internacionais dentro das nossas portas. Portugal, é um Amor a ser descoberto pelo Mundo! =D

Caso queiram falar comigo, também estou sempre disponível.
E-mail - adolescentegay92@gmail.com

Tal como António Variações, esta associação é pioneira em Portugal! Força malta!!! =D




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

(*) Segundo a OMT (Organização Mundial do Turismo):
> O turismo LGBTI representa 10% do fluxo anual de viajantes - correspondendo assim a 2 milhões de turistas que visitam Portugal anualmente;
> A OMT afirma também que o turismo LGBTI corresponde a 15% da facturação do sector - perfazendo assim uma estimativa de quase 2 mil milhões de euros em receitas de turismo em Portugal.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Iconic Line Modus Vivendi

Olá! Bom ano para todos!

Para marcar o ritmo na roupa interior masculina, a Modus Vivendi lança a linha já muito aguardada:
a importância de cada um de nós encontrar o equilíbrio, para conseguirmos os nossos objectivos! Naturalmente que não comprometeu o design, o estilo, e o luxo que já nos habituou.
Vamos começar 2018, inspirados na Calisthenics isto é, a maneira moderna de treinar o corpo!
Saibam mais sobre esta toalha e estas cuecas
Aqui destaca-se a necessidade de encontrar a beleza na nossa vida e, cada um de nós, encontrar o poder que temos para atingir os nossos objectivos, com o espírito olímpico grego de competitividade justa. O nome "calistenia", tem uma raiz etimologicamente grega e, deriva das antigas palavras gregas «κάλλος-calos», que significa beleza e «σθένος-sthenos», que significa poder (físico e mental).
Saibam mais sobre estas cuecas
linha Iconic é composta por cuecas, cuecas sem fundo, boxers (tecido de algodão e elastano); e ainda toalhas de banho e robes em algodão. Estas peças são ideais para as actividades desportivas no nosso dia-a-dia! Quem é o modelo (giríssimo por sinal)? Chama-se Michalis Doulkeridis... =P
Saibam mais sobre este robe e estas cuecas
Como prometido no mês de Agosto, onde mostrei-vos como são os pacotes que chegam ao destino que escolhemos, quando fazemos a nossa encomenda, é a vez de revelar a quinta peça que...
Cuecas brancas, tamanho S, linha Ribbed - frente
... a Modus Vivendi ofereceu-me, é da linha Ribbed! Vá, agora irão começar 2018, cheio de Paz! =)
Cuecas brancas, tamanho S, linha Ribbed - verso
Para quem faz desporto de forma amadora ou profissional, pode adquirir produtos da PROZIS
com 10% de desconto em todo o site através do código AG10!!! Vá, poupem dinheiro!

Para quem quer começar o ano a fazer CrossFit, esta é a roupa interior perfeita para a modalidade! =D




Beijinhos e portem-se mal!! ;)