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terça-feira, 20 de março de 2018

À descoberta de Lisboa 3/8

Oi!

Caminhando por Lisboa, damos sempre conta de sítios que já conhecemos através da televisão ou da net, mas que na realidade nem sabemos bem onde ficam e, assim, acabamos por nem conhecer - é da natureza das coisas. Às vezes, não é preciso haver bem um motivo para uma fotografia. Às vezes, é uma tal vontade d'alma que, sentimos algo por aquela imagem que temos à nossa frente e... "clique".
Sociedade de Instrução e Beneficência - A Voz do Operário
A Voz do Operário, apareceu-me assim de repente, na Graça. A primeira recordação que tenho desta instituição, é através das Marchas Populares de Lisboa, que são transmitidas pela televisão. A sua letra é inconfundível, tal como a maturidade dos seus marchantes. As tradições que Lisboa tem, devem ser perpetuadas às crianças de forma naturalmente, orgulhosa, e duradoura - são o futuro!
Ao fundo, o Panteão Nacional
Ao passarmos na rua, se não formos atentos, perdemos óptimas vistas e, a que diz respeito à do Panteão Nacional, é bem um caso desses! Tal como a imagem de baixo, um edifício coberto de azulejos verdes... só tenho pena de não recordar-me do local exacto onde a foto foi tirada!... =/
Clica na imagem para ampliar!
A banda criada por Ralph Siegel, para a Eurovisão de 1979, era constituída pelos seguintes elementos: Steve Bender (o careca) e Wolfgang Heichel (o de chapéu) eram alemães; Louis Hendrik Potgieter (o que tem uma mosca muito comprida) era sul-africano; Leslie Mándoki (o de bigode) e Edina Pop (cabelos aos caracóis) eram húngaros e; Henriette Strobel (cabelos lisos) era holandesa.

Imitem esta coreografia dos Dschinghis Khan mas aviso já, afastem de vocês o que se pode partir!! =P




Beijinhos e portem-se mal!! ;)