Neste mês do Orgulho Gay, irei revelar NOVIDADES! Aguardem por PASSATEMPOS e muito mais! =D

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

5º dia MOTELx '17

Olá pessoal!

Hoje falarei sobre os 3 filmes que vi dia 9 de Setembro, no 5º dia da 11.ª edição do MOTELX.
Depois de uma Sessão de Abertura, do 2º dia, 3º dia, e do 4º de Festival, neste dia fiz uma entrevista!
No MOTELX estava exposto um... cérebro! =P
Antes de mais, vejam o vídeo em relação ao dia 9 de Setembro - 5º dia de MOTELX 2017!


Às 14h20, na sala 3, vi o filme Bliss (Filipinas, 2017).

Um poderoso filme de terror psicológico que evidencia as pressões da indústria do cinema e que nos confronta com os nossos maiores medos e traumas e com as dificuldades em atingir os grandes sonhos que temos ao longo da vida.

Sinopse: Jane Ciego começou a sua carreira de actriz muito cedo. Agora, aos 30 anos, decide produzir o seu próprio filme para ganhar credibilidade na indústria, mas sofre um grave acidente durante as filmagens. O longo caminho de recuperação de uma actriz incapacitada transforma-se num autêntico pesadelo assim que se apercebe de que está presa numa casa onde acontecem vários fenómenos estranhos, ao mesmo tempo que se encontra em constante ameaça por parte do seu marido e de uma enfermeira suspeita.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Bliss
A curta, We Together (EUA, 2016), antecedeu ao filme. Esta curta de 7 minutos, falada em inglês, conta-nos a história de um zombie jovem que, através da música, recorda-se da coreografia que fazia com o seu colega, na pizzaria onde trabalhavam. Uma curta bastante original e cheia de ritmo! Gostei!

Este foi, o pior filme que vi neste Festival. Não sei o que falhou aqui: se o argumento, os actores... ou se a culpa é minha, por não estar habituado ao género de cinema que se faz nas Filipinas... Bom, talvez o que se tivesse engolido melhor fosse a personagem da enfermeira que, apesar de completamente estereotipada, era a única que fazia ali sentido no meio da confusão. Não, de todo!




Às 16h40, na sala Manoel de Oliveira, vi o filme Boys in the Trees (Austrália, 2016).

O filme, a primeira longa-metragem de Nicholas Verso depois de várias curtas premiadas, passa-se em 1997 para colocar as personagens sozinhas na noite, sem distracções modernas como redes sociais ou mensagens de texto. Teve a sua estreia mundial na secção Orizzonti do Festival de Veneza.

Sinopse: Halloween, 1997. É a última noite do liceu para Corey, Jango e o restante grupo de skaters. A infância terminou e a vida de adulto chama-os. Mas o passado de Corey tem assuntos pendentes. Quando encontra Jonah, seu amigo na escola primária, mas agora vítima da crueldade de Jango, aceita acompanhá-lo até casa, enquanto revisitam tempos passados. O que começa por ser um passeio normal por ruas suburbanas vazias irá tornar-se mais negro e assustador.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Boys in the Trees
Este filme... comoveu-me. A mim, e certamente a todos aqueles que o assistiram. O argumento, é fenomenal. Os jovens actores, são excelentes! A fotografia, fantástica! Os cenários, extraordinários!... Não irei descrever-vos o filme, mas apenas o final que nos faz pensar sobre a importância da amizade ao longo da vida. No fim, uma das personagens aparece morta, o que leva o protagonista a fazer o remate final de tudo aquilo que reflectiu naquela longa noite. É impossível ver o filme, sem reflectirmos sobre nós próprios e, quantas amizades já se perderam por coisas sem sentido e, quantas mais iremos perder pelo mesmo motivo. A amizade é amor (sem sexo), e tão precisa nas nossas vidas! Vejam o filme - tenho a certeza que irão, tal como eu, gostar da história (tenham lenços ao lado)! xD




Às 19h05, na sala Manoel de Oliveira, vi o filme 68 Kill (EUA, 2017).

Produção britânica com realização do espanhol Juan Carlos Medina, também por detrás da co-Trent Haaga, argumentista de “Deadgirl” e “Cheap Thrills”, ambos exibidos no MOTELX, realiza esta comédia politicamente incorrecta e vencedora do prémio do público das meias-noites no SXSW, com Matthew Gray Gubler, da série “Mentes Criminosas”, no papel principal.

Sinopse: Trabalhar com fossas sépticas não é a ideia de uma vida perfeita para Chip. Mas ele é um tipo simples, com uma grande namorada chamada Liza. É verdade que ela garante um rendimento extra com um “benfeitor”, mas todas as relações têm as suas complexidades. Quando Liza sugere que “aliviem” o benfeitor de uma grande quantia de dinheiro, Chip vê, pela primeira vez, um lado de Liza que não conhecia... ou que nunca quis admitir. Agora, tem uma arma na mão, uma rapariga no porta-bagagens e menos de 24 horas para resolver a situação.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme 68 Kill
A curta, Entelekheia (Portugal, 2017), antecedeu ao filme. Esta curta de 14 minutos, falada em português e galego, conta-nos a história de um escultor-assassino. Esta curta portuguesa é uma crítica, bem conseguida, em relação à futilidade da nossa sociedade... virá uma longa? Sim, please!

Não consigo dizer se gostei do filme ou, até que ponto gostei. É um filme com um bom orçamento, permitindo-o fazer várias cenas exteriores. O protagonista sendo bastante conhecido (Matthew Gray Gubler) e tendo como namorada uma mulher gira (AnnaLynne McCord), ajuda à venda do filme. É uma comédia de terror, onde faz-me lembrar o filme do "Capital Falcão", onde o anti-herói, com uns tropeços, vai saindo vencedor. É um argumento fresco, onde tudo corre mal e que, no fim, tudo fica como antes. A ver? Sim, mas a comer de um balde de pipocas, a fazer muitoooooo barulho... Méh!




Beijinhos e portem-se mal!! ;)